[[legacy_image_15943]] Atento ao noticiário e a tudo que envolve a pandemia do novo coronavírus, o goleiro Everson, do Santos, não esconde a tristeza com as milhares de mortes ocorridas em todo o mundo. Entretanto, o arqueiro tem aproveitado o período de quarentena para desfrutar quase que em tempo integral da companhia da mulher e dos filhos, o que, durante a temporada, é difícil de acontecer. "A gente acompanha as notícias e, infelizmente, são muitos óbitos e pessoas infectadas, não somente no Brasil, mas em todo o mundo. Muita gente perdendo familiares e amigos, e isso tudo é muito triste. Apesar de todas essas notícias ruins, eu e minha famílias estamos passando bons momentos juntos, e esse é o lado positivo dessa situação extremamente complicada. A rotina de jogador é desgastante e a gente acaba ficando longe das pessoas que nós amamos, mas agora estou conseguindo ver de perto e com detalhes a evolução dos meus filhos, isso é maravilhoso. Pena que é por uma situação bem triste e atípica", disse o dono da meta alvinegra para ATribuna.com.br. Sobre o time, Everson acredita que as orientações do técnico Jesualdo Ferreira estavam sendo cada vez mais assimiladas pelos jogadores. "Estávamos em uma crescente e nos adaptando, cada vez mais, ao trabalho do professor Jesualdo, mas, infelizmente, tivemos que parar. Quando retomarmos, e espero que seja em breve, iremos analisar os nossos resultados e as nossas performances", disse. O Santos é líder de seu grupo na Libertadores e no Campeonato Paulista, mas em sua última apresentação perdeu do São Paulo por 2 a 1, no Morumbi. Enquanto se mantém longe da rotina de treinamentos, Everson não descuida do condicionamento físico. O goleiro, assim como a maioria dos jogadores, tem feito exercícios físicos em casa pensando em se reapresentar o mais próximo possível da forma adequada. "Treino diariamente. Muitas vezes, mais de uma vez por dia. No condomínio onde moramos, temos horários especiais e vou na academia sozinho para respeitar as orientações das autoridades e preservar a saúde de todos, não somente dos meus familiares, mas dos nossos vizinhos. Óbvio que não é a mesma coisa do que treinar no CT, mas consigo conversar com o pessoal da preparação física e eles me passam todas as atividades", revela ele.