[[legacy_image_270618]] Uma noite para esquecer. Relembrando as partidas medíocres do time no Campeonato Paulista, o Santos perdeu para o Red Bull Bragantino por 2 a 0, na noite deste domingo (28), no Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista, pela oitava rodada do Brasileirão. O resultado deu fim a um tabu de cinco anos sem vitória do Massa Bruta, que também não derrotava o Peixe em casa desde 2011. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A derrota encerrou a série invicta de três jogos no Nacional e fez o Alvinegro cair para a 12ª colocação, com 11 pontos, quatro pontos acima da zona de rebaixamento, O Santos volta a jogar pelo Brasileirão no próximo sábado, às 21 horas, na Vila Belmiro, contra o Internacional. Antes de pegar o time gaúcho, o Peixe decide nesta quarta (31), às 19 horas, na Arena Fonte Nova, em Salvador, contra o Bahia, uma vaga às quartas de final da Copa do Brasil. Com o empate sem gols no primeiro jogo, na Vila, quem vencer se classifica. Novo empate, por qualquer placar, leva a decisão à disputa de pênaltis. O jogo O Bragantino começou o jogo tentando pressionar o Santos e assustou com um tiro de Helinho de fora da área, aos 7 minutos, mas a bola saiu por cima do gol. O Santos respondeu em dois lances. Aos 9, Ângelo bateu da entrada da área e o chute, rasteiro, saiu à esquerda do gol de Cleiton. Aos 11, Lucas Lima perdeu grande chance de abrir o placar. O meia tabelou com Soteldo, recebeu de volta e dentro da área, ao invés de chutar para o gol, preferiu cruzar, mas a zaga do Braga mandou a escanteio. O jogo era de muita marcação e o Massa Bruta voltou a incomodar a meta de João Paulo aos 26. Helinho mandou uma bomba de fora da área e João Paulo espalmou pela linha de fundo. Dificultando a saída de bola do Santos, o Bragantino foi rondando a área santista e chegou ao gol aos 30. Eduardo Sasha lançou Vitinho na esquerda. Com liberdade, o atacante dominou e bateu rasteiro, para vencer João Paulo:1 a 0. O Peixe tinha enorme dificuldade em criar jogadas ofensivas. Sem velocidade para puxar o contra-ataque e com Ângelo e Soteldo em noite infeliz, o time fez Cleiton ter vida fácil até o final do primeiro tempo. O Bragantino, pelo contrário, aproveitava a marcação frouxa dos santistas e chegou de novo com perigo, aos 38. Novamente pela esquerda, Vitinho recebeu livre dentro da área e bateu, obrigando João Paulo a fazer nova defesa. Aos 40, o arqueiro alvinegro salvou o time de novo. Helinho recebeu de Lucas Evangelista, invadiu a área e rolou a bola para Eric Ramires. Livre na esquerda, ele chutou para defesa de João Paulo. Segundo tempo Insatisfeito com a fraca atuação da equipe na etapa inicial, o técnico Odair Hellmann fez duas mudanças para o segundo tempo. Ele sacou Lucas Pires e Rodrigo Fernández para as entradas de João Lucas e Camacho, respectivamente. Com a alteração na lateral, João Lucas assumiu a direita e Gabriel Inocêncio, que foi mal na etapa inicial, foi deslocado para a ala esquerda. As mudanças, no entanto, não mudaram o panorama do jogo. O Bragantino continou mandando no jogo e com menos de 10 minutos, já havia criado e desperdiçado duas oportunidades de gol. Aos 7, após cobrança de escanteio, Eric Ramires chutou forte e João Paulo apareceu mais uma vez pasra evitar o gol do Braga. Um minuto depois, o goleiro defendeu chute de Helinho. Inofensivo, o Peixe só apareceu no ataque aos 12, em tiro de Gabriel Inocêncio de fora da área, mas a bola saiu por cima do gol. Em jornada sofrível, o Santos não esboçava reação e levou o segundo gol aos 30 minutos. Luan Patrick cruzou da esquerda e Juninho Capixaba raspou de cabeça para fazer 2 a 0. Dali em diante, o Bragantino só administrou a vantagem diante de um Santos perdido em campo. A inoperância da equipe estava estampada no rosto dos atletas em campo e do técnico Odair Hellmann, que só balançava a cabeça negativamente, à beira do gramado. Nem as entradas de Daniel Ruiz, Bruno Mezenga e Weslley Patati, em substituição a Soteldo, Deivid Washington e Ângelo, respectivamente, fizeram o goleiro Cleiton trabalhar. O jogo seguiu sem emoção até o apito final.