[[legacy_image_268317]] Em um clássico equilibrado, Santos e Palmeiras ficaram no 0 a 0, na noite deste sábado (20), na Vila Belmiro, pela 7ª rodada do Brasileirão. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! O próximo desafio do Peixe pelo Brasileirão será diante do Red Bull Bragantino, domingo (28), às 18h30, no Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista. Antes, o Peixe recebe o Audax Italiano, quarta-feira (24), às 21 horas, no Chile, pela Copa Sul-Americana. Para tentar surpreender, o Santos iniciou pressionando no campo defensivo palmeirense. Aos poucos, o Verdão foi se assentando e, com melhores peças, aumentava o tempo de posse de bola, diante de um setor defensivo santista que segurava bem a bronca, em especial o zagueiro Joaquim. Tanto que as melhores chances palmeirenses foram em chutes de longe, os dois com Gabriel Menino. Aos 13, o arremate de três dedos resvalou na trave direita, enquanto o destino era o ângulo direito, aos 29, mas a bola saiu. Nos dois lances, João Paulo voou para tentar espalmar. Por sua vez, o Peixe jogava no erro do Palmeiras, como aconteceu aos 40. Em saída errada da defesa do Verdão na lateral direita, Gabriel Inocêncio aproveitou o cochilo, tocou para Ângelo, que acionou Deivid Washington. O atacante arrematou cruzado e Weverton mandou para escanteio. O lance deu uma despertada no clássico, ofensivamente falando. E no poderio do Santos no setor. Aos 44, Lucas Pires faz boa jogada pela esquerda e chuta rasteiro para Weverton, que espalma para escanteio. Quatro minutos depois, quase Gabriel Inocêncio surpreendeu pela direita, em um cruzamento que virou chute e o goleiro palmeirense segurou firme. Oportunidades que fizeram o Peixe terminar melhor o primeiro tempo. Etapa finalAs entradas de Maicon e Lucas Barbosa na volta para a etapa final não foram escolhas do técnico Odair Hellmann por questões táticas ou por baixo desempenho. O motivo é que Messias e Lucas Braga tiveram problemas no vestiário após choques de cabeça no primeiro tempo. Enquanto o zagueiro passou mal e vomitou, o atacante apresentou problema na visão. O ritmo da partida aumentou, em especial o do Palmeiras, que voltou acuando o Santos. Sem atletas de velocidade pelos lados, o Peixe tinha Devid Washington isolado, sem muito o que fazer na frente. Os goleiros, porém, não tinham trabalho. As chances não eram criadas. E as bolas não estufaram a rede no clássico.