[[legacy_image_335376]] Contente com a campanha do Santos neste início de Paulistão, após mais uma vitória em clássicos, ao técnico Fábio Carille tratou de colocar Palmeiras e São Paulo à frente do Peixe, já que ambos têm trabalhos consolidados. Mas pensando na reta final do Estadual, o treinador almeja ter o Alvinegro jogando de igual para igual na briga pelo título. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! “Está muito bom e muito legal pelo tempo de trabalho, pelo elenco formado recentemente, mas Palmeiras e São Paulo estão à frente. Por tudo o que conquistaram nos últimos anos, principalmente o Palmeiras. Hoje, muitos priorizam a Copa do Brasil e o campeão é o São Paulo”, avaliou Carille. Primeiro classificado às quartas de final, o técnico projeta o crescimento da equipe, já que a partir do jogo contra o Novorizontino, neste domingo (18), às 16 horas na Vila Belmiro, o Santos terá um intervalo de uma semana entre os últimos três jogos da primeira fase. “Eu acredito que vou chegar de igual com essas equipes (Palmeiras e São Paulo) na decisão. Daqui cinco rodadas, a gente pega um time da nossa chave e passando por esse time (nas quartas de final), a gente vai chegar na semifinal e final de igual para igual”. Brigar pelo título Para o treinador, a desconfiança que pairava sobre o clube, após o rebaixamento no Brasileirão do ano passado, vai se dissipando com o início de temporada acima das expectativas. “A desconfiança está passando e o torcedor vai ganhando confiança. Tenho certeza que a Vila vai estar lotada (no domingo), a torcida está comprando a situação. O João Schmidt sabia que era bom jogador, mas não que iria colocar a camisa e parecer que está aqui há tanto tempo. Pituca que já tem uma história muito legal no Santos. Eu gosto de título! Eu quero chegar com esse título. Vamos brigar muito pra buscar esse título paulista”. Números muito bons Carille frisou a importância de o time cumprir neste domingo, contra o Novorizontino, o último jogo com um intervalo curto entre uma partida e outra. Após a nona rodada, os últimos três jogos da primeira fase do Paulistão serão disputados com intervalo de uma semana, tempo que ele terá para fazer o time evoluir em outros aspectos. “Vamos terminar bem no domingo e assim dar uma respirada, pra começar a treinar melhor taticamente e voltar jogadores que estão no departamento médico. Números muito bons pra esse início de um novo elenco, 14 jogadores contratados, mudança muito grande por tudo de ruim e errado que aconteceu no passado. Fazer 19 (pontos) de 24, vencendo dois clássicos é muito legal”. Com mais tempo para treinamentos, Carille projeta uma evolução natural do time na reta final do campeonato, para entrar firme na disputa do título estadual, que o clube não conquista desde 2016. “O conjunto vai melhorar, mas isso só o dia a dia e o trabalho farão acontecer. São 14 jogadores (novos) participando de oito jogos, não tem um mês de trabalho, do dia 20 (de janeiro) ao dia 14 (de fevereiro). Treinamos pouco. Não está me incomodando, mas esse processo precisa de treino e trabalho. É um time técnico e, com trabalho e recuperação, a equipe vai crescer muito e chegaremos muito fortes na reta final do campeonato”. Arbitragem A polêmica em torno da escolha da árbitra Edina Alves Batista para apitar o clássico contra o São Paulo não foi vista como um problema pelo técnico. “Sobre a arbitragem, ela já apitou muito jogo meu, eu gosto. Teve um problema no jogo do Santos há um tempo (em 2022, no clássico contra o São Paulo na Vila, em que ela não marcou dois pênaltis a favor do Alvinegro). Se o VAR chamou [no lance sobre Otero, no MorumBis] e deu pênalti pra nós, eu tive a impressão que sim, o cara que toca no Otero, não toca na bola. Então, a partir do momento que vai pro VAR, eles têm uma clareza maior de tomar a decisão.