[[legacy_image_320424]] Na sua volta ao Santos, clube que dirigiu de setembro de 2021 a fevereiro de 2022, o técnico Fábio Carille relembrou a mágoa com o ex-executivo de futebol do clube, Edu Dracena, responsável pela sua saída, e falou sobre porque resolveu retornar ao Alvinegro. O treinador deixou o V-Varen Nagasaki após um ano e meio de trabalho, em meio à surpresa do time da segunda divisão japonesa. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! "Primeiro (motivo da volta): essa camisa, grandiosa, que não precisa ficar falando, histórica. Segundo: o quanto me senti tão bem naquele período que trabalhei aqui, saí daqui muito chateado. As conversas com (Marcelo) Teixeira e (Alexandre) Gallo e o que estão pensando sobre o futuro, três anos ou seis anos, isso vamos ver lá na frente, foi me dando força", disse Carille. A saída conturbada, em fevereiro de 2022, ainda está fresca na memória do novo técnico santista. Boicotado por Edu Dracena, que não atendia aos pedidos de jogadores indicados pelo treinador, Carille foi demitido após um início irregular no Paulistão. "O meu problema aqui foi o (Edu) Dracena. Terminamos o ano (2021) bem, houve um apelo da torcida pra que eu ficasse, mas ele não queria. Não briguei com ele em nenhum momento, mas ele não me queria", lembrou. [[legacy_image_320425]] Maior desafioO técnico não vê o atual momento do Santos como o maior desafio de sua carreira. Para Carille, o trabalho realizado em 2021, quando ele chegou ao Alvinegro em setembro para livrar o time do rebaixamento, foi o mais desafiador em seus sete anos como profissional do futebol. Após uma arrancada na parte final do Brasileirão, o Peixe finalizou o campeonato em décimo lugar. "Pego um time muito perto da zona de rebaixamento, tinha a questão de pandemia, jogo em cima de jogo, não tinha tempo pra trabalhar. Em sete anos como técnico, foi o trabalho mais desafiador. Agora é um começo, um planejamento, é pouco tempo, mas tempo pra ter uma ideia de jogo".