[[legacy_image_322203]] Aposta do Santos para o trabalho de reconstrução do clube, o técnico Fábio Carille refutou o estigma de treinador que preza pelo jogo defensivo, em detrimento do ataque. E citou duas situações vividas na Vila Belmiro: uma quando era técnico do Corinthians e outra com o próprio Peixe que dirigiu no Brasileirão de 2021. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! "Em 2017 (quando dirigia o Corinthians), eu perdi um jogo na Vila por 2 a 0, com dois gols de contra-ataque do Santos. Houve momentos em que o Santos jogou assim. Em 2021 (no Peixe), eram três zagueiros, porém, havia os alas Lucas Braga, Madson e Marcos Guilherme. Meu meio-campo não tinha ninguém de marcação, eram o (Vinicius) Zanocelo, Camacho e Felipe Jonatan. No ataque, estavam Marinho, Marcos Leonardo, Léo Baptistão, (Diego) Tardelli. Não é questão de ser totalmente reativo, fui assim com o Corinthians em 2019", analisou. Carille afirmou que, apesar de gostar do sistema 4-2-3-1, tem flexibilidade para adotar outras formações táticas, de acordo com o elenco que está nas suas mãos. "Gosto do sistema com três zagueiros, um 4-2-3-1, mas não sou engessado a um esquema tático. A hora que tiver a definição do elenco, vamos sentar com todos, Léo (ex-lateral santista), (Alexandre) Gallo e Marcelo (Fernandes, que deve continuar na comissão técnica fixa), para definir a forma de jogar. A pré-temporada é curta, vai dar pra fazer um ou dois jogos-treino, porque, no dia 21, o time estreia contra o Botafogo (em Ribeirão Preto, no Paulistão)". Comissão técnica Fábio Carille confirmou que junto com ele chegam ao Santos o auxiliar técnico Leandro da Silva, o analista Dênis Lupp e o preparador físico Cesar Mendes.