Logo A Tribuna

Carille pode mudar até meio time do Santos para encerrar jejum de vitórias

Em três jogos no comando do Peixe, time ainda não venceu e não marcou gols

Por: Estadão Conteúdo  -  20/09/21  -  20:09
Atualizado em 21/09/21 - 07:31
 Fábio Carille pode mudar até meio time do Santos para encerrar jejum de vitórias
Fábio Carille pode mudar até meio time do Santos para encerrar jejum de vitórias   Foto: Ivan Storti/Santos FC

Na 14ª colocação do Brasileirão, o Santos soma nove jogos seguidos sem um triunfo e terá um confronto direto na luta contra as últimas colocações na próxima rodada. No domingo, vai até Caxias do Sul encarar o Juventude, 16º, a quem supera por um ponto na tabela, e pode ter uma escalação bastante diferente. Com semana livre para trabalhos, o técnico Fábio Carille pode mudar até meio time em relação aos escalados no 0 a 0 com o Ceará, no sábado.


Clique e Assine A Tribuna por apenas R$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços!


O técnico está no clube há três partidas e já diagnosticou que a falta de criatividade no meio é um dos principais problemas para resolver. Ao mesmo tempo, ele busca o primeiro gol na nova casa após 0 a 0 com Bahia e Ceará e derrota por 1 a 0 para o Athletico-PR. Começará a planejar o próximo jogo nesta terça-feira, na reapresentação do elenco.


A resolução destes problemas podem vir com retornos de Carlos Sánchez, Madson e Diego Tardelli. O uruguaio é um líder no meio e a "voz" do treinador em campo. Com sua experiência, pode acalmar o time e orientar nas jogadas ofensivas. Ele se recupera de entorse no tornozelo.


Depois de sofrer emboscada da torcida após eliminação na Copa do Brasil, Diego Tardelli espera "dar alegria" aos santistas e pode reforçar o ataque. Ele aprimora a forma física para estar em condições de assumir uma vaga entre os titulares. Léo Baptistão ainda não se firmou desde a chegada e passará por processo de adaptação nesta semana livre de trabalhos.


Madson, apesar de jogar na lateral-direita, tem a favor o fato de ter características bastante ofensivas, o que seria ideal no esquema com três zagueiros de Carille. Protegido atrás, o time carece de alas que ataquem. Pará é mais defensivo.


Ainda no quesito armação, Gabriel Pirani pode ganhar nova chance após não sair do banco de reservas no Castelão. O jovem vive altos e baixos e tenta convencer Carille que pode colaborar para a bola chegar nos homens de frente.


Caso necessite mexer na defesa, o treinador terá o retorno de Luiz Felipe, em reta final de recuperação de lesão, e também o jovem Robson à disposição. Substituto justamente quando o titular machucou, o jovem foi bem quando requisitado. O titular acredita que tem a vaga e pode entrar no lugar de Wagner Palha ou de Danilo Boza.


Logo A Tribuna