[[legacy_image_184991]] O técnico Fabián Bustos lamentou o abalo emocional do Santos ao estar vencendo o Bragantino por 2 a 0, mas ceder o empate neste sábado (18), na Vila Belmiro, pelo Campeonato Brasileiro. O treinador argentino gostou da postura do Peixe no primeiro tempo, porém acredita que o time deveria ter "matado" o jogo. "No primeiro tempo jogamos muito bem. Teríamos que ter terminado 2 a 0. Futebol é muito emocional. Está na capacidade técnica, física, na capacidade emocional, e isso é algo que é mais difícil de controlar, porque é um jogo de conjunto. Quem sabe que errou... Obviamente há parte que não podemos controlar de todos. Tentamos estar fortes sempre mentalmente porque é o mais importante de tudo. O mais importante de tudo é o emocional. Se matamos o jogo, fazemos o terceiro gol, terminou. Não fazendo, eles estão sempre perto. É o mesmo que o Atlético contra a gente. Poderiam ter matado o jogo, mas a gente, com um a menos, estávamos sempre perto do resultado. Estávamos perto e quase ganhamos o jogo. É uma soma de coisas. Não quero sacar o mérito do Barbieri, mas acho que os gols saíram como trabalhamos que não poderiam sair. A zona do Cândido, onde ele fez o gol, foi onde sabíamos que ele era forte. Se fazemos 3 a 1, iam falar que mexi bem. Quando entraram o Ângelo, o Rwan e o Sandry tivemos 15 ou 20 minutos perto de fazer o terceiro gol", disse Bustos. Como já é habitual, o treinador santista reclamou da arbitragem. Ele se queixou da conduta de jogo de Douglas Marques das Flores ao dar cartões amarelos para João Paulo, Zanocelo e também sua expulsão. "A arbitragem, parece que eu persigo, mas o João Paulo, Zanocelo com amarelo... Minha expulsão? Eu quero que tenha toda a gravação e veja. Ele me dá amarelo e eu pergunto “por que o amarelo?” três vezes. Aí me expulsou. Não sei se é normal isso. Não sei", finalizou o técnico do Peixe.