[[legacy_image_168757]] Passada toda a adrenalina da vitória do Santos sobre a Universidad Católica, por 3 a 2, na Vila Belmiro, na noite desta quarta-feira (13), o técnico Fabián Bustos explicou os motivos que o fizeram iniciar o confronto com Willian Maranhão e Rodrigo Fernández no time titular. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Após a estreia com derrota para o Banfield, em Buenos Aires, o Peixe precisava vencer para seguir firme na luta pela classificação, mas ainda assim o treinador optou por uma escalação cautelosa. Segundo o argentino, isso ocorreu por entender que ainda não tem em mãos um time seguro. "É claro que pensamos na vitória. Mas penso que no Paulistão terminamos em último em desarmes, enquanto na primeira partida do Brasileirão, fomos o que mais desarmamos. Começamos o jogo com dois volantes, porque não estamos seguros, vamos ganhando a segurança com o trabalho e jogos. Importante era sermos fortes, não fomos. Sofremos dois gols e não gosto disso. Em todas as partidas sofremos gols. A única que não ocorreu foi contra o Fluminense. Necessitamos crescer como equipe", analisou o treinador. Bustos salientou a qualidade do time equatoriano e disse que a escalação do Santos vai depender do adversário e da segurança da equipe no sistema defensivo. "Enfrentamos uma equipe com três anos de trabalho. Nós somos um time que em 40 dias mudamos e trocamos. Temos que ter segurança para defender. Quando jogamos ofensivamente, criamos um monte de situações. Quando estivermos mais seguros com o funcionamento tático defensivo, podemos jogar com mais um meia ou atacante. Depende do rival. Não jogo da mesma forma quase nunca. Jogamos da forma que poderemos ganhar o jogo", explicou. O técnico santista também falou sobre a atuação de Ricardo Goulart. Contratado para ser a estrela do Santos na temporada, o camisa 10 não tem conseguido se destacar e deixou o gramado, ao ser substituído por Léo Baptistão, vaiado por parte da torcida presente na Vila Belmiro. "De todas as partidas comigo, foi a pior do Ricardo Goulart. Mas ele vem de uma sequência de partidas e a responsabilidade é minha por escalá-lo. Ele está bem, treina bem e é muito profissional. De cuidado, alimentação, pontualidade, de trabalho. Não foi uma boa partida dele, mas confio muito no Ricardo. Nesta noite não teve uma grande partida, mas pode ser pela escalação, onde esteve no campo, por não ter o descanso necessário. O grupo está forte. Agora é tratar de estar todos bem e quando a equipe precisar, estarem na plenitude para fazer o melhor para a equipe", acrescentou Bustos.