[[legacy_image_177872]] O técnico Fabián Bustos deixou a Arena Barueri, na noite deste sábado (21), convicto de que o Santos merecia vencer o Ceará no empate em 0 a 0, em compromisso válido pela 7ª rodada do Campeonato Brasileiro. Após o término da partida, em entrevista coletiva, o treinador argentino elogiou a torcida santista, falou bem do Ceará, mas criticou a arbitragem ao anular o gol de Léo Baptistão com auxílio do VAR. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! "A torcida foi espetacular. Incrível como vibraram e torceram tempo todo. Foi uma festa. Aplausos para a torcida. Foi a coisa mais bonita da noite", disse Bustos, que na sequência comentou a partida. "(O Dorival Junior) É um grande treinador e nos deparamos com um grande time (Ceará) do outro lado. Estão bem na Copa Sul-Americana. Creio que merecíamos ganhar, porque fomos superiores. Criamos a situação mais claras, mas faltou tranquilidade para terminar de fazer as jogadas", disse o argentino. Assim como Léo Baptistão, Bustos reclamou da interferência do VAR nas decisões da arbitragem, principalmente por anular o gol do atacante santista. "No segundo tempo criamos o lance do gol, incrivelmente legítimo, mas não entendo porque o VAR chama quando o árbitro, que estava a dois metros da jogada e manda seguir. O VAR chama para a interpretação do árbitro. Ele manda seguir e anulam o gol de maneira incrível. Não há porque anular. Contra o São Paulo era um lateral nosso e terminou com o pênalti e gol do adversário. O Ceará não tem culpa. É fruto do trabalho. Com um jogador a menos fizeram a coisa certa. Faltou tranquilidade e temos para melhorar. Faltou tato e melhores triangulações para fazermos o gol", disse o técnico. Antes da partida, Bustos foi criticado por parte da torcida por ter escalado Marcos Leonardo e Angulo como titulares, sendo que ambos realizam funções parecidas. Para o treinador, os dois podem jogar juntos. E o treinador fez questão lembrar que Baptistão era bastante criticado quando ele chegou ao clube. "Eu creio que podem jogar juntos. Quantas situações de gol teve o Marcos Leonardo, umas três ou quatro. A presença de um ou outro ajuda a brigar com os centrais. Leonardo teve quatro situações de gol. Tem que dar situações de gol aos atacantes. Lamentavelmente, não convertemos as chances. É futebol, é normal. Podem jogar os dois juntos. O Baptistão quando cheguei, todos o criticavam. É fruto do seu trabalho, ele entendeu o que queríamos. É levantar o nível de cada um e ser mais competitivo. Não estamos contentes, não ganhamos, escapou uma vitória que seria importante para competir na parte de cima de todo o torneio.", finalizou o técnico.