[[legacy_image_238159]] Ausente no velório de Pelé, realizado nos dias 2 e 3 deste mês, no gramado da Vila Belmiro, Cafu, ex-jogador da seleção brasileira e capitão do pentacampeonato mundial, compareceu à Igreja do Embaré, em Santos, na noite desta terça-feira (11), para a missa em memória ao maior jogador de todos os tempos, que faleceu no último dia 29 vítima de câncer no cólon. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Em entrevista para A Tribuna, o ex-lateral-direito preferiu não comentar as críticas que ele e os demais jogadores que conquistaram o tetra e o penta receberam por não se despedirem do Rei durante o velório. "Não quero falar de polêmica. Nós estamos aqui para abraçar e confortar a família, pois é uma perda irreparável. As polêmicas não merecem qualquer tipo de comentário neste momento. Nós estamos aqui nesta noite para fazer pelo Pelé aquilo que merece ser feito: homenageá-lo", disse o ex-lateral-direito, que chegou à igreja antes do início da cerimônia ao lado de um dos filhos e do neto e conversou em particular com Marcia Aoki, viúva de Pelé, e Clodoaldo, tricampeão do mundo com o Brasil na Copa de 1970. Questionado se havia comparecido a Santos para representar o elenco campeão do mundo em 2002, Cafu foi taxativo. "Eu vim para dar um abraço na família. Eu perdi pessoas importantes na minha vida (inclusive um filho, de 30 anos, vítima de um infarto, em 2019) e sei o quanto isso dói. A mulher, a irmã, toda a família e os amigos pessoais do Pelé estão sentidos e estou aqui por mim para dar um abraço neles". Responsável por erguer a taça do penta em 2002 depois de recebê-la das mãos de Pelé, Cafu afirmou que nenhuma homenagem que vier a ser feita estará à altura do maior camisa 10 da história do futebol. "Eu acho que não teremos, nunca, homenagens suficientes para aquele que nos fez rir, nos deu alegria, nos fez vibrar com cada jogada, cada lance, cada gol. Acho que tudo que fizermos daqui para frente é pouco perto do que ele merece", finalizou.