[[legacy_image_233707]] A data de 3 de fevereiro de 1959 ficou conhecida como o dia em que a música morreu. Na ocasião, um acidente aéreo resultou na morte de Buddy Holly, Ritchie Valens e The Big Bopper, três músicos que despontavam como ídolos nos Estados Unidos. Agora, é a vez de o futebol “morrer”. Não, o esporte não acabou, as torcidas ainda vão comemorar muitos gols e títulos. Porém, nada será como antes sem a presença de Pelé. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Depois de dez anos lutando contra problemas de saúde, que na reta final se agravaram a ponto de tornar a jornada tortuosa demais para alguém que sempre esbanjou saúde e vitalidade, Edson Arantes do Nascimento partiu para a eternidade espiritual. Na esfera e esportiva e social, Pelé há muito é eterno. E sempre será. Pelé mudou o mundo, orgulhou o brasileiro e foi o principal responsável por produzir magia em um esporte que para muitos é como se fosse religião. O Santos e a seleção brasileira foram os principais beneficiados de seu talento único. Contudo, mesmo torcedores de outros times e seleções reconhecem a majestade do rei da camisa 10. Agora é hora de lamentar e chorar. Afinal, é como se alguém próximo tivesse partido, tamanha a presença de Pelé na vida de quem acompanha futebol. Seus lances magistrais, seu sorriso contagiante e suas frases e expressões tão características compõem o personagem que tanto sucesso fez dentro e fora de campo. Passado o luto, o que vai ficar são as (grandes!!) recordações; o bicampeonato mundial pelo Santos, o tri pela seleção, os mais de mil gols, o milésimo gol, os lances geniais, o reconhecimento mundo afora de um brasileiro escolhido por Deus para ser Rei. Neste momento em que Edson e Pelé se separam, fica a homenagem para alguém que jamais será igualado.