[[legacy_image_289798]] O Santos terá que afastar vários fantasmas para se reabilitar e tentar sair da zona de rebaixamento na abertura do returno do Brasileirão, neste domingo (20), às 16 horas, contra o Grêmio na Vila Belmiro. O primeiro é conseguir derrotar uma equipe que figura na primeira página da tabela, o G-10. O time gaúcho é o terceiro colocado, com 33 pontos. As quatro vitórias do Peixe no Nacional foram contra equipes da segunda página da classificação. Três delas aconteceram em casa: 3 x 2 América-MG (lanterna, com 10 pontos), 3 x 0 Bahia (16º, com 18) e 4 x 3 Goiás (15º, com 22). A única fora da Vila Belmiro foi contra o Vasco (19º, com 13), por 1 a 0, em São Januário. Jogando em casa, o Alvinegro não conseguiu derrotar os melhores posicionados na tabela. Foram cinco empates: 0 x 0 contra Atlético-MG (10º, com 27 pontos) e Palmeiras (2º, com 34), 1 x 1 contra Internacional (13º, com 24) e Athletico-PR (6º, com 31) e 2 x 2 diante do líder Botafogo, que soma 47. Além das três vitórias e cinco empates, o time foi derrotado duas vezes em casa no primeiro turno: 2 a 0 para o Corinthians (14º, com 23) e 3 a 2 diante do Flamengo (4º, com 32). Jejum Um triunfo sobre o Grêmio, eliminado na semifinal da Copa do Brasil pelo Flamengo, quarta-feira (16), acabaria com outro fantasma, o do jejum. A última vez que os santistas comemoraram os três pontos foi no dia 9 de julho, contra o Goiás, por 4 a 3 na Vila, jogo definido apenas no final, após um pênalti contestado pela equipe goiana. De lá para cá, em cinco jogos, foram dois empates e três derrotas, que expuseram ainda mais a fragilidade defensiva da equipe. Com 12 gols sofridos e duas goleadas no roteiro: 4 a 1 contra o São Paulo e 4 a 0 diante do Fortaleza, na amarga estreia do técnico Diego Aguirre, domingo passado. Uma vitória sobre o Grêmio, por fim, poderia livrar o time da zona de descenso, caso o Bahia não vença o Bragantino na Arena Fonte Nova, em Salvador, jogo que acontecerá no mesmo horário da partida na Vila Belmiro. Em um elenco abalado emocionalmente, a saída da área de risco pode ser uma injeção de ânimo para manter o fantasma da Série B distante.