Cuca: “Provavelmente, a gente volta com o Oliva, perdemos o Neymar" (Raul Baretta/Santos FC) O técnico Cuca intensificou o planejamento interno no CT Rei Pelé para definir a escalação do Santos de olho no clássico contra o Palmeiras, nesta quarta-feira (28), às 19h30, na Vila Belmiro. Para o duelo, o comandante alvinegro terá que lidar com uma lista extensa de baixas por lesão, além da ausência de Neymar, suspenso. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Logo após o empate por 1 a 1 diante do Bahia, o treinador santista antecipou que deverá alterar o perfil tático da equipe, adotando uma postura mais compacta e defensiva para encarar um dos principais postulantes ao título do Campeonato Brasileiro. “Provavelmente, a gente volta com o Oliva, perdemos o Neymar. E aí volta a ser aquele time que vocês estão acostumados a ver”, revelou o técnico, apontando o volante uruguaio como o principal candidato a ganhar vaga na engrenagem titular. Caso a entrada de Oliva seja confirmada, a tendência é que Cuca adiante o posicionamento de Gabriel Bontempo para atuar na faixa de criação ao lado de Philippe Coutinho e Everton Cebolinha, encarregados de municiar o artilheiro Gabigol no comando do ataque. Além de ajustar o meio-campo, o Departamento Médico alvinegro segue como foco de atenção da comissão técnica. Cuca externou otimismo quanto à possibilidade de contar com o lateral-esquerdo Escobar, em fase final de recuperação de uma lesão muscular na coxa. Por outro lado, o volante Willian Arão transita entre a fisioterapia e o gramado, mas sua presença no clássico ainda é tratada com cautela. O grupo de desfalques prolongados continua formado por Gabriel Brazão, Vinicius Lira e Lucas Veríssimo, enquanto o meio-campista Arthur iniciou trabalhos leves com bola na última semana, mas a comissão técnica prefere preservar o atleta para evitar riscos de reidratação clínica do problema físico. Apesar da necessidade momentânea de reforçar a contenção diante do rival alviverde, Cuca defendeu a filosofia de jogo propositiva que tem buscado implementar no time. “É possível. O que eu falo para eles é: sempre que o treinador põe uma equipe ofensiva, ele precisa que os jogadores deem as mãos, corram uns pelos outros”.