[[legacy_image_124526]] O Santos está em um relacionamento novo. Depois de um longo período flertando com a parte de baixo da tabela do Campeonato Brasileiro, o Alvinegro, mesmo com uma atuação muito ruim, confirmou, na noite desta quarta-feira (17), ao vencer a Chapecoense, por 2 a 0, na Vila Belmiro, que está em clima de romance com a Copa Sul-Americana. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A vitória sobre o já rebaixado time de Santa Catarina fez o Peixe alcançar os 42 pontos, ultrapassar o Athletico-PR e assumir a 11ª colocação da competição - dependendo do resultado entre Fortaleza e Ceará, os comandados de Fábio Carille podem subir para o 10º lugar. Já a Chape, com 15 pontos, conheceu a sua 20ª derrota no Brasileirão e segue na última posição do campeonato. Os gols do triunfo alvinegro foram marcados por Marinho, de pênalti, aos 27 minutos do primeiro tempo, e Marcos Guilherme, aos 38 da etapa final. Apesar de apenas cumprir tabela, a Chapecoense não facilitou em nada a vida do Santos no primeiro tempo. Bem posicionado no campo de defesa, o time de Santa Catarina travava as investidas alvinegras. A organizada atuação da Chape, porém, esbarrava nas limitações técnicas da equipe, principalmente, quando ultrapassava o meio-campo, devido aos erros de passes e tomadas de decisões equivocadas. Para superar o bom comportamento defensivo dos catarinenses, o Santos recorreu a um belo passe de Camacho para Marinho, que, dentro da área, foi parado com falta. Penalti! Após a confirmação do VAR, o próprio Marinho bateu e abriu o placar. A alegria de Marinho, contudo, durou poucos minutos. Na sequência do gol marcado, ele teve problemas musculares e precisou ser substituído por Ângelo. Ovacionado pela torcida, o camisa 11 deixou o gramado aos prantos. Sem mais nada a perder no duelo e na competição, a Chapecoense não se desestabilizou com a desvantagem e, com um bom toque de bola, viu duas boas oportunidades de empatar a partida pararem nas mãos de João Paulo. No intervalo, Carille, incomodado com as dificuldades de criação da sua equipe, sacou Camacho e mandou Gabriel Pirani para o jogo. A mexida, entretanto, não resolveu o problema. O Santos continuou sem capacidade de criação e sofrendo com as tentativas da Chapecoense. Ao perceber que o momento era favorável ao seu time, Felipe Endres também usou as suas peças no banco de reservas, como Geuvânio e Alan Santos, ambos formados na Vila, para tentar o empate. A equipe de Chapecó rondou a área de João Paulo durante praticamente todo o segundo tempo, mas foi incapaz de transformar a melhor exibição em gol. E no futebol quem não faz toma, a Chape tomou. Em uma das raras aparições do Santos no campo de ataque, Pirani serviu Marcos Guilherme, que, dentro da área, só empurrou para o fundo das redes e colocar fim na apreensão da torcida presente na Vila Belmiro, que já temia o empate catarinense. O Santos volta a campo no próximo domingo (21), às 16 horas, para encarar o arquirrival Corinthians, na Neo Química Arena. No sábado (20), a Chapecoense, recebe o Grêmio, às 19 horas, na Arena Condá.