O Santos, de Rony, perdeu para o Deportivo Cuenca, na estreia da Copa Sul-Americana (Raul Baretta/Santos FC) Após duas derrotas seguidas fora de casa, o Santos terá quatro jogos consecutivos na Vila Belmiro para tentar se reerguer na temporada. Com apenas cinco vitórias em 20 jogos no ano, o Peixe precisa reagir inicialmente no Brasileirão. O time é o 15º colocado, com 10 pontos, dois acima da Chapecoense, que tem um jogo a menos e é a primeira equipe na zona de rebaixamento, em 16º lugar. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Neste sábado (11), o Alvinegro recebe o Atlético-MG, às 20 horas, e só uma vitória ameniza o clima no clube, que também vive dias turbulentos nos bastidores. O Galo é o oitavo colocado, com 14 pontos. Um triunfo sobre o time mineiro pode ser o combustível necessário para que o Santos se reabilite na Copa Sul-Americana. Na próxima terça (14), às 21h30, a equipe enfrenta o Deportivo Recoleta, do Paraguai, e precisa vencer para não se complicar no Grupo D. O Peixe é o lanterna, sem ponto, atrás de Recoleta e San Lorenzo, com 1, e Deportivo Cuenca, que tem 3. Na sequência, o Alvinegro volta a jogar pelo Brasileirão, no dia 19, às 16 horas, contra o Fluminense, pela 12ª rodada. O tricolor carioca briga no topo da tabela. É o terceiro colocado, com 20 pontos, o dobro do Santos, com os mesmos 10 jogos disputados. Fechando a série na Vila Belmiro, outro duelo importante, diante do Coritiba, no jogo de ida da quinta fase da Copa do Brasil. A partida está marcada para o dia 22, às 19h30, e largar bem na disputa é fundamental para avançar. O clube receberá R\$ 2 milhões pela participação nesta fase e se classificar às oitavas de final garante mais R\$ 3 milhões de cota. Problemas de caixa Na coletiva após a derrota para o Deportivo Cuenca, na estreia da Copa Sul-Americana, Cuca foi questionado sobre os problemas financeiros do clube, que devia dois meses de direitos de imagem e o salário de março ao elenco. Nesta quarta, a diretoria pagou um mês e os vencimentos de março. “Nós temos que ter equilíbrio para falar disso, porque é muito fácil atirar pedra. O Santos sofreu um transfer ban do zagueiro (João) Basso e teve que pagar para poder trabalhar na janela. De repente era um dinheiro que se pagaria a imagem atrasada. Vazou a notícia, correram atrás e já pagaram pelo menos uma imagem, se não me engano, mais a carteira. Então fica uma imagem aí e rápido já põe em dia”, comentou. O treinador disse o cenário não é “normal”, mas amenizou o problema. “Não é normal, mas também não é o fim do mundo. Temos que saber conviver com isso, passar voto de confiança para nossos diretores, nosso presidente. Nós passamos. E não deixar isso fazer parte do dia a dia. É muito melhor ter em haver do que estar devendo. Então, temos haver e daqui a pouco acerta”.