Escalado desde o início nos últimos jogos, Rollheiser fez dois gols contra o Bahia e um diante do Palmeiras (Raul Baretta/Santos FC) O Santos ainda tem cinco frentes de preocupação relacionadas a dívidas com outros clubes e profissionais do futebol, apesar de ter resolvido três pendências que motivaram sanções da Fifa nesta terça-feira (13). Os pagamentos realizados pela diretoria afastaram os bloqueios ligados a essas cobranças, mas quatro outras punições continuam impedindo o registro de reforços. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! As dívidas recém-quitadas somavam quase R\$ 950 mil e envolviam negociações de três jogadores do elenco santista. Uma delas era referente ao zagueiro João Basso, com valores devidos ao Paraná Clube. Outra dizia respeito ao meia Rollheiser, com pendências junto a Estudiantes, Sarmiento e River Plate. A terceira cobrança envolvia o atacante Barreal e o Vélez Sarsfield. As três sanções foram oficializadas pela Fifa ao longo do dia, e o Santos efetuou os pagamentos poucas horas depois. Os casos estavam relacionados ao mecanismo de solidariedade da entidade, que prevê o repasse de valores a clubes envolvidos na formação ou na trajetória dos atletas. Bloqueios milionários e nova cobrança A regularização não encerrou os problemas financeiros do Santos com a entidade que comanda o futebol mundial. Permanecem ativos quatro transfer bans decorrentes de condenações envolvendo o técnico Pedro Caixinha, os auxiliares Pedro Malta e José Pratas e o preparador de goleiros José Belman. As punições representam aproximadamente R\$ 15 milhões e não admitem mais recursos, pois foram determinadas pela Corte Arbitral do Esporte (CAS). Outro débito também ameaça ampliar as restrições ao clube. A CAS confirmou uma decisão da Fifa relacionada a uma dívida de R\$ 2,2 milhões com o Al-Markhiya, do Catar, pela contratação do atacante Yusupha Njie. O jogador gambiano, de 32 anos, defendeu o Santos por empréstimo entre setembro de 2024 e o início de 2025. O clube catari cobrava 350 mil euros pela negociação, valor equivalente a R\$ 1,9 milhão. O acordo estabelecia o pagamento em sete parcelas de 50 mil euros, cerca de R\$ 280 mil cada. Até o momento, segundo as informações divulgadas, nenhuma delas havia sido paga pela diretoria santista.