O Santos permanece na oitava posição do Brasileirão, com 47 pontos, sete pontos abaixo da quinta colocação, que garante vaga na fase preliminar da Libertadores (Maurício de Souza / AGIF - Agência de Fotografia/ Estadão Conteúdo) Em clássico que só teve emoção nos finais de cada etapa, Santos e Palmeiras não saíram do 0 a 0, na noite desta quarta (28), na Vila Belmiro, pela 33ª rodada do Brasileirão. Sem Neymar, que, suspenso, assistiu ao jogo de um camarote, o Peixe fez um jogo equilibrado diante do rival e com o ponto somado, permanece na oitava posição, com 47 pontos, sete pontos abaixo da quinta colocação, que garante vaga na fase preliminar da Libertadores. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! O alviverde é o vice-líder, com 70, mesma pontuação do Flamengo, que lidera pelos critérios de desempate. O Peixe volta a jogar na segunda (2), às 20 horas, contra o Red Bull Bragantino, em Bragança Paulista, pela 34ª rodada do Brasileirão. Neymar, que foi suspenso por dois jogos nesta quarta, pelo STJD, continua fora da equipe. O jogo O Palmeiras começou o jogo com mais presença e objetividade ofensiva e quase abriu o placar aos 9 minutos. Arias cruzou da esquerda e Giay chegou de carrinho, mandando por cima do gol. O Santos tinha a chance dos contragolpes, mas errava passes ou fazia opções erradas para chegar ao gol palmeirense. Na melhor chance do Peixe, aos 21, Gabriel Bontempo arrancou pelo meio e abriu para Rodinei, que se infiltrava pela direita. Livre, o lateral disparou um tiro alto cruzado, mandando a bola perto do ângulo direito. O jogo prosseguiu sem grandes emoções até os 36, quando Philippe Coutinho lançou por cima e a bola tocou em Giay. Os santistas pediram pênalti, mas o árbitro Flávio Rodrigues de Sousa mandou o jogo seguir, apontando que a bola tocara no ombro do argentino. As reclamações geraram cartões para Coutinho e Marlon Freitas. Dali em diante, Gabigol teve três chances para marcar, mas falhou. Aos 37, Bontempo cruzou rasteiro da esquerda para o camisa 9, que pegou mal na bola, longe do gol. Aos 39, Gabigol pegou sobra da entrada da área e mandou perto do poste esquerdo. Aos 41, lançado, o atacante ganhou na corrida dos marcadores e chutou na saída de Carlos Miguel, que fez grande defesa. Segundo tempo O Peixe voltou sem alterações para a etapa final e Coutinho assustou Carlos Miguel aos 3, em batida de fora da área que buscava o ângulo esquerdo, mas a bola saiu por cima do gol. Truncado, o duelo era marcado pela superioridade dos sistemas defensivos. E só mudou quando os dois técnicos mexeram, a partir da metade do segundo tempo. Aos 29, não fosse Diógenes, Flaco López poderia ter marcado, mas o goleiro fez grande defesa. O Santos respondeu com Bontempo, aos 31, em tiro que Arthur salvou de cabeça, em cima da linha. Diógenes, de novo, fez defesaça, na cabeça de Murilo, após cobrança de escanteio, aos 33. Em novo escanteio, aos 34, Gustavo Gómez cabeceou com perigo, perto do poste. O jogo era movimentado e, aos 43, Diógenes salvou o Santos de novo, defendendo cara a cara com Vitor Roque. A última chance também do Alviverde, aos 48. Mas, após cruzamento da esquerda, Larson, livre, tocou à esquerda do gol, para sorte do Alvinegro.