[[legacy_image_26667]] A passagem do atacante Diogo Vitor pelo Santos parece estar chegando ao fim. Sem comparecer aos treinamentos do Santos B desde o final de janeiro e sem responder as notificações do clube, a cúpula alvinegra pediu ao Departamento Jurídico que inicie o processo de demissão por justa causa. A informação foi revelada por Matheus Rodrigues, membro do Comitê de Gestão (CG) do Santos, na TV Cultura, na tarde desta quinta-feira (19). "Conversamos sobre isso (demissão de Diogo Vitor) na última segunda-feira (16), na reunião do CG com o presidente José Carlos Peres e o Departamento Jurídico do clube. Estamos trabalhando essa questão internamente. O superintendente de futebol do Santos, Willian Thomas, tem participado diretamente também", disse o Rodrigues. "Do início de janeiro para cá enviamos três notificações formais e outras informais sobre as ausências para o atleta, que na última vez que compareceu no clube solicitou um novo prazo de afastamento para tratar de um problema familiar envolvendo o filho dele (nascido em dezembro do ano passado). Porém, depois disso, ele não retornou mais. Então, deixamos isso para o jurídico resolver. Contudo, é muito provável que tenha mesmo esse desfecho (de demissão) em breve. Nao temos respostas e o clube precisa tomar uma decisão", acrescentou o dirigente. Diogo Vitor foi flagrado no exame antidoping da partida entre Santos e Botafogo-SP, pelas quartas de final do Campeonato Paulista de 2018, e como punição foi suspenso por um ano e meio do futebol. Liberado no final de 2019, o atacante voltou a treinar individualmente no CT Rei Pelé até o fim da temporada. Em janeiro deste ano, Diogo Vitor foi integrado ao Santos B, mas só se apresentou uma semana após de faltas. Rodrigues lamentou o fato de não conseguir recuperar o atleta de 23 anos. "Demos todas as chances possíveis. Foram muitas oportunidades e conversas. Ele é uma baita pessoa, mas, infelizmente, na função que exerce tem que estar focado, porque, do contrário, não tem como", concluiu o cartola alvinegro.