Jean Lucas foi comprado pelo Santos em 2023, mas não se safou naquele time que foi rebaixado à Série B do Brasileirão (Raul Baretta/ Santos FC) Ameaçado de sofrer transfer ban pela dívida de R\$ 12 milhões com o Monaco, o Santos tenta resolver a questão em duas frentes: levantar recursos para pagar a última parcela da compra do volante Jean Lucas, em 2023, e negociar a forma de pagamento com o clube francês. No dia 22 de maio, a Corte Arbitral de Esporte (CAS) negou recurso do Alvinegro, obrigando o clube a quitar o débito. O prazo vence em julho. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Pela regra geral do Comitê Disciplinar da Fifa, o clube devedor tem 45 dias para fazer o pagamento, a partir da notificação oficial da decisão. Levando em conta a data da publicação da decisão do CAS, o prazo termina no dia 6 de julho, caso o Santos tenha sido notificado no mesmo dia. No ano passado, o Peixe propôs ao Monaco o pagamento da dívida em duas parcelas de 1 milhão de euros (cerca de R\$ 6 milhões cada), mas a proposta foi rejeitada. Diante do histórico, dificilmente o clube francês aceitaria dividir o montante desta vez. Jean Lucas foi comprado por 6 milhões de euros em julho de 2023, valor que deveria ter sido pago em três vezes. O ex-presidente Andres Rueda pagou a primeira parcela e a atual gestão, de Marcelo Teixeira, pagou a segunda. Porém, a terceira, vencida em janeiro de 2025, não foi honrada. Outros recursos no CAS Além da dívida com o Monaco, o Santos tem dois outros recursos tramitando no CAS. Um referente à dívida com o técnico Pedro Caixinha e membros de sua comissão técnica, demitidos em abril do ano passado, no valor de cerca de R\$ 15 milhões. E outro que envolve o atacante Yusupha Njie, contratado no passado, por empréstimo, do Al-Markhiya. O gambiano ficou cinco meses na Vila, não entrou em campo e o Santos não pagou o clube do Catar, sendo condenado a pagar cerca de R\$ 2,3 milhões.