[[legacy_image_3510]] O Santos enfrenta o Botafogo neste domingo (21), às 11 horas, no estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, disposto a se superar e sem pensar no Palmeiras, com quem disputa a liderança do Campeonato Brasileiro. Segundo o técnico Jorge Sampaoli, embora o time venha realizando boa campanha, na vice-liderança, apenas três pontos atrás dos palmeirenses (26 a 23), será necessário evoluir sempre. "Por sorte, hoje estamos em um momento em que podemos competir. Mas, se não elevarmos o nível em que estamos hoje, seremos superados", disse o treinador, que também destacou que é preciso deixar o Palmeiras em segundo plano - o time alviverde joga neste sábado (20), às 19 horas, contra o Ceará, em Fortaleza. "Temos que saber que o Botafogo será um adversário difícil. Primeiro o nosso compromisso, depois o Palmeiras". Ainda que deseje manter o Peixe concentrado no Botafogo, o argentino reconhece a superioridade palmeirense, em função do elenco amplo e milionário do rival. "O Palmeiras estará no final do torneio onde está, talvez um pouco mais abaixo. Nós não podemos falhar". Na entrevista coletiva que concedeu neste sábado (20), no CT Rei Pelé, o argentino ainda tratou de outros temas. A reforma da Vila Belmiro foi um deles. O Santos estuda projetos para dar cara nova ao estádio e, caso um deles venha a ser aprovado, a execução da obra deixaria o time sem jogar em seus domínios por mais de um ano. Sampaoli comentou entender a necessidade do clube, mas, como em outras ocasiões, frisou que mandar jogos no Pacaembu não é de seu agrado. "Jogar em Santos é jogar em casa, jogar em São Paulo é jogar em um lugar neutro. Na Vila, me sinto em casa", disse. O treinador ainda comentou a situação de revelações do clube como Sandri e Kaíque Rocha, que, por causa da dificuldade de renovação de contrato, acabaram perdendo espaço. Nesse caso, ele lamenta e afirma desconhecer os desdobramentos. "Eles não têm tanto tempo na primeira divisão e já exigem contratos de jogadores consolidados. O entorno do jogador prejudica. A prioridade é o dinheiro, não sei como terminará isso".