O zagueiro Joaquim foi comprado junto ao Cuiabá em fevereiro do ano passado (Raul Baretta/Santos FC) O mês de julho, ansiosamente aguardado pelo técnico Fábio Carille, chegou e com ele a expectativa de chegadas e partidas na Vila Belmiro se acentua. A partir do dia 10, a janela de transferências se abre e o Peixe terá caras novas para a sequência da Série B do Campeonato Brasileiro. Por outro lado, o zagueiro Joaquim pode ser um dos primeiros a deixar o clube. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! A escalação de Jair ao lado de Gil, na partida de segunda (1), na suada vitória por 1 a 0 contra a Chapecoense, pode ter sido um indicativo de que o defensor, contratado junto ao Cuiabá em fevereiro do ano passado, está partindo da Vila. O Santos investiu 3 milhões de euros (cerca de R\$ 16,5 milhões à época) por 60% direitos econômicos e vê na venda uma forma de ter recursos para investir em reforços. Questionado sobre o assunto, após o jogo, Carille não confirmou, mas deu a entender que as chances do zagueiro ficar no Peixe são remotas. “Do Joaquim vocês depois perguntam para a diretoria, tem muita busca, muita sondagem, mas não sei se chegou algo oficial. Mas pelo que a gente escuta, a possibilidade de ele sair é grande”. Em relação ao meia Patrick e ao atacante Morelos, não relacionados para o jogo contra o time catarinense, Carille não os descartou. Por enquanto. Mas a situação, principalmente do colombiano, que ficou fora da terceira partida consecutiva, mostra que a diretoria não tem a mínima intenção de mantê-lo no elenco. “Eles (Patrick e Morelos) fazem parte. Não consigo ainda desfazer de nenhum jogador até a janela, precisa chegar pra sair, tem algumas posições que a gente tá carente”, disse o técnico. Jogo em Fortaleza Com o atacante Guilherme se recuperando de um edema num dos músculos da região posterior da coxa, o Santos ganhou outro desfalque para a partida de sexta (5), às 19 horas, contra o Ceará, em Fortaleza. O volante João Schmidt recebeu o terceiro cartão amarelo contra a Chape e está fora da partida no Castelão. Carille não quis antecipar quem entra no setor do meio-campo, já que o substituto imediato, Tomás Rincón, está defendendo a Venezuela na Copa América. “Não está decidido ainda, vamos pensar no Ceará amanhã (terça, 2)”, afirmou o treinador. Pressão Com a posição no G4 garantida, já que o máximo que pode acontecer é o Peixe, atual vice-líder, cair para o terceiro lugar, caso o América-MG pelo menos empate com o Goiás nesta terça (2), em Goiânia, Carille espera que o time possa agora viver outro momento na competição. Apesar da impaciência de parte da torcida com a atuação da equipe nos últimos jogos na Vila Belmiro, o treinador não acredita que o time esteja sentindo a pressão. “Não, a pressão não está atrapalhando. Todos aqui sabem da responsabilidade. Eu nunca ouvi falar que seria fácil, sabemos os nossos problemas e precisamos estar atentos. Fizemos um Paulista muito bom e quando perdemos jogadores sentimos bastante. Independente da idade, pode acontecer com mais velho ou mais jovem”.