Guilherme fez a alegria de dezenas de santistas na tarde de autógrafos numa loja do Shopping Brisamar, em São Vicente (Silvio Luiz/AT) Artilheiro do Santos no ano, com 13 gols, o atacante Guilherme vive um dos melhores momentos na carreira e, apesar de especulações de que o clube poderia negociá-lo, ele espera permanecer no Alvinegro. Elogiando o ex-técnico Fábio Carille, que o trouxe para o Peixe, o “Amado” torce para que o novo treinador, seja o português Luís Castro ou outro profissional, comande o Alvinegro a novas conquistas. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! “A diretoria decidiu isso (demissão de Carille), eu não posso opinar, porque sou pago para jogar futebol e fazer o que a gente fez, que era colocar o Santos na primeira divisão. Mas eu fico na torcida pelo professor Carille, que tenha sucesso, é um cara sensacional”, disse Guilherme nesta quarta (27), após uma sessão de autógrafos que levou dezenas de fãs à Andifutebol, no Shopping Brisamar, em São Vicente. Em relação a Luís Castro, cotado para assumir o cargo, Guilherme repetiu que não cabe aos jogadores opinarem sobre o tema. “Eles (diretoria) têm que decidir, não o conheço. A gente sabe do trabalho dele no Al Nassr, no Botafogo. Torço para que o Santos faça a melhor escolha e ele tenha sucesso e nos ajude a fazer um grande ano”. Identificado com o Peixe, Guilherme tem contrato até o final de 2026 e viu, com surpresa, o seu nome ser especulado como potencial ativo a ser negociado pelo Peixe na próxima janela de transferências. “Não chegou nada (proposta) para mim e pro meu empresário. Estou feliz, me identifiquei com o clube, está aí o carinho dos torcedores. Estou feliz aqui, repito, mas se chegar algo bom pra mim, pra minha família e pro Santos, a gente vai conversar pra ver o melhor para ambos os lados”. Cobranças Apesar do acesso e o título da Série B conquistados, boa parte da torcida não reagiu bem à derrota para o CRB por 2 a 0, no jogo de entrega do troféu e das medalhas, no último dia 17, na Vila Viva Sorte. Além de vaiar o time, Carille foi hostilizado por alguns torcedores. Guilherme entende as cobranças, mas ressalta a conquista do objetivo. “Eu não posso julgar e achar que gostei ou não. O torcedor tem a razão, mas preciso defender nosso trabalho. Tínhamos o objetivo de colocar o Santos na primeira divisão e esse objetivo foi concluído, coroamos com o título. E está tudo certo, o torcedor paga ingresso, na Vila ou em qualquer lugar do Brasil, vai lá nos apoiar, então tem direito. O mais importante é que a gente vai sair de férias felizes, aliviados, e colocando o Peixão no devido lugar”.