Após boas passagens por Inter e São Paulo, Patrick repete no Santos o mau desempenho no Atlético-MG (Raul Baretta/SFC) Marcelo Teixeira, presidente do Santos, concedeu entrevista coletiva nesta quarta-feira (14) para falar sobre as finanças do Santos. Porém, uma declaração do dirigente chamou a atenção e soou como cobrança ao meia-atacante Patrick e ao técnico Fábio Carille. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! “Perguntei ao Carille como está treinando o Patrick, por que ele não joga. São opções táticas. Se ele treina tão bem, por que não joga? É uma opção tática. Eu não escalo o time. O que vamos fazer com o Patrick e outros jogadores, só o tempo dirá”, disse ele. Patrick chegou ao Santos na janela de transferências de exceção da CBF, aberta após a disputa do Paulistão, e ainda não vingou no clube. São apenas oito jogos disputados e nenhum gol marcado. É reserva na maioria das vezes, e pouco entra em campo. O jogador está emprestado pelo Atlético-MG até o fim do ano e, em janeiro, será obrigatoriamente comprado pelo Peixe, que pagará, parcelado, US\$ 1 milhão por 80% dos direitos econômicos do jogador (cerca de R\$ 5,1 milhões). Após boas passagens por Internacional e São Paulo, Patrick foi para o Atlético-MG. Lá, viveu situação semelhante à atual. A diferença é que o elenco dos mineiros tem jogadores renomados para o ataque, como Hulk e Paulinho. No Santos, a briga por posição é em outra realidade. Finanças Sobre as finanças, Teixeira bateu na tecla das dívidas que encontrou e afirmou ter quitado R\$ 113 milhões referentes à contratação de jogadores, transfer bans, acordos extrajudiciais, salários atrasados e empréstimo bancário. Ainda segundo o dirigente, o clube foi prejudicado pela antecipação de receitas feita pelas gestões passadas e vem trabalhando para reduzir ainda mais os gastos. Marcelo Teixeira afirmou que a folha salarial atual do clube é de R\$ 7 milhões, o que não faz com que o Santos seja obrigado a conquistar o título da Série B.