[[legacy_image_331057]] A Polícia Civil de São Paulo ouviu nesta terça (30) um membro de uma torcida organizada do Santos, envolvido nos incidentes que ocorreram nos arredores da Vila Belmiro no dia 6 de dezembro passado, após a derrota por 2 a 1 para o Fortaleza, na última rodada do Brasileirão, que rebaixou o Alvinegro à Série B. (veja o vídeo mais abaixo) Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Em imagens colhidas pela polícia e exibidas com exclusividade pelo JT2, na TV Tribuna, torcedores do Peixe são vistos depredando e ateando fogo em dois ônibus em uma via próxima ao estádio, logo após a partida.A confusão, que envolveu dezenas de torcedores num confronto com policiais militares, provocou caos nos arredores da Vila. Segundo o delegado Marcelo Gonçalves, do 2º DP de Santos, através de imagens de câmeras de monitoramento, foi possível identificar um torcedor de 26 anos, que mora em São Paulo. Ele foi ouvido nesta terça na Capital, teve o celular apreendido e liberado em seguida.“Nas investigações, através de imagens de circuito de monitoramento, que comparamos a outras fontes, chegamos a alguns suspeitos. Cumprimos mandado de busca a apreendemos objetos. Esse torcedor acabou confessando, disse que forçou a porta do ônibus, mas negou o incêndio. Disse que também apedrejou um portão da Vila Belmiro”, disse Gonçalves. O nome do torcedor não foi divulgado pela Polícia, que também cumpriu um mandado de busca na sede de uma torcida organizada, não revelada, para “arrecadar fichas de inscrição dos associados”, segundo o delegado. Julgamento no STJDOs distúrbios começaram nos acréscimos da etapa final do jogo entre Santos e Fortaleza, pela 38ª e última rodada do Brasileirão, após o segundo gol do time cearense. Alguns torcedores lançaram bombas e rojões ao campo, que também foi invadido. Os incidentes, relatados na súmula do jogo pelo árbitro Leandro Pedro Vuaden, serão julgados nesta quarta (31) pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Denunciado no artigo 213 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), o clube pode ser punido com dez mandos de jogos e multa de até R\$ 100 mil.