[[legacy_image_277344]] A partir de agora, o Santos vai viver um novo momento no Campeonato Brasileiro. A promessa é do técnico Paulo Turra, que foi apresentado nesta terça-feira (27) como substituto de Odair Hellmann. Com um mantra e a garantia de “virada de chave”, ele deu sua primeira entrevista coletiva. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! “O Santos vai ser uma equipe agressiva e intensa, caso contrário não há caminho. Competitividade, intensidade e urgência são as palavras que passei aos jogadores ao chegar”, comentou. “A partir da minha entrada no CT, a chave foi virada com um novo ânimo e uma nova metodologia de trabalho, além de treinos cirúrgicos e objetivos”. O Santos está na 13a posição, com dois pontos apenas à frente da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Apesar disso, ele nega se preocupar com o perigo. Também não quer fazer planos de conquistas. Prefere ir jogo a jogo. “O primeiro objetivo é voltar a ganhar para encerrar a sequência de dez partidas sem vitória”, salientou. Sobre a pressão, que acabou forçando o clube a jogar sem torcida dentro e fora de casa, ele entende que a solução está nas atividades diárias. “É passar confiança no dia a dia, promover ações nos treinamentos, mostrar vídeos, falar individual e coletivamente. E passa pelo nosso ambiente. É um desafio tirar o Santos dessa situação. Temos que ser homens para isso. Quem não conseguir, não está preparado para vestir a camisa do Santos”, comentou. Paulo Turra vai estrear na quinta-feira (29), contra o Blooming, na Vila Belmiro, pela Copa Sul-Americana. Para esta partida, ele anunciou que vai usar time misto, uma vez que o Santos já está eliminado. “Nosso objetivo é o Brasileiro. Vou colocar uma equipe alternativa. É nosso primeiro jogo, nessa competição não temos objetivo nenhum. O foco principal é o Cuiabá (adversário da próxima rodada no Nacional)”. Turra não escondeu que conta com a chegada de reforços. “Precisamos de um acréscimo de qualidade. Mas vamos tratar internamente. Temos 38 jogadores, um grupo inchado para um só campeonato, e vamos tomar decisões”.