[[legacy_image_279966]] Há 12 jogos sem vencer na temporada, o Santos recebe o Goiás, neste domingo (9), às 11 horas, na Vila Belmiro, pela 14ª rodada do Brasileirão. O Peixe também não bate o time do Centro-Oeste no estádio desde 2019, quando o jogo foi disputado no mesmo horário e por igual competição. As semelhanças, porém, param por aí. Olhar o placar já é uma certeza de que os tempos eram outros: o Santos goleou o Goiás por 6 a 1 naquela manhã de 4 de agosto. Não bastasse isso, o Alvinegro consolidava a condição de líder do Brasileirão. O time havia assumido a ponta na rodada anterior, quando bateu o Avaí por 3 a 1, também na Vila. O técnico santista era Jorge Sampaoli, mas ele não esteve à beira do campo no massacre frente aos goianos, que custou a demissão de Claudinei Oliveira do comando. Semanas antes, o Flamengo tinha aplicado o mesmo placar no Maracanã. Como Sampaoli estava suspenso, o também argentino Jorge Desio comandou o time. Dos cinco santistas autores de gols no 6 a 1, apenas um está no clube: Soteldo. Contudo, hoje, o venezuelano está fora dos planos do técnico Paulo Turra, mas assinou novo contrato até junho de 2027. A ideia do Peixe, porém, é revendê-lo ou emprestá-lo. Em entrevista publicada ontem pelo ge.globo, o coordenador de futebol do Santos, Paulo Roberto Falcão, garantiu que o camisa 10 não fica no elenco. Enquanto isso não acontece, Soteldo treina em separado, como punição. Com relação ao último jogo, contra o Cuiabá, são sinalizadas três mudanças no time santista: as saídas do Gabriel Inocêncio, Dodi e Luan Dias, com as entradas de Kevyson, Sandry e Lucas Braga. Quase quatro anos depois daquela goleada, Santos e Goiás lutam na parte de baixo da classificação. “É um concorrente direto para o momento de tabela em que estamos. Vamos focar diretamente nele. A situação em que o Santos está não dá direito a pensar mais para frente. É jogo a jogo”, explica o técnico Paulo Turra. Até logoDe portões fechados, a partida marca um até logo do Peixe à Vila Belmiro. O motivo é que o clube foi punido pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) com oito jogos com portões fechados e a 150 km do estádio, em razão das confusões causadas por parte da torcida do Santos na derrota por 2 a 0 para o Corinthians. A diretoria do Peixe vai recorrer.