[[legacy_image_329931]] Apesar de repetir o time nas duas primeiras rodadas do Paulistão e provavelmente escalar os mesmos 11 para o início do jogo deste domingo (28) contra o Palmeiras, às 18 horas, no Allianz Parque, o Santos ainda não tem uma equipe titular. Para o técnico Fábio Carille, o Peixe já tem uma forma definida de jogar, mas a formação vai variar de acordo com a sequência de partidas. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! “Eu repeti o time, acredito muito numa forma de jogar que penso para a temporada, mas ainda não tenho time definido, é muito cedo Acho que é importante ter sequência, trabalhar e todos entenderem. Quando a gente vai pros treinos, deixamos o grupo todo sabendo o que queremos da parte ofensiva e da parte defensiva”, disse Carille após a vitória sobre a Ponte, nesta quinta (25). O treinador frisou ainda que pensa em fazer adaptações, utilizando outras formações táticas. “Posso, na mesma formação, com características diferentes, ter uma outra ideia de jogo, ficar mais com a bola, rodar, procurar passe, posso ter velocidade. Daqui a pouco posso jogar com o Willian atrás do Furch ou do Morelos, ter dois atacantes”, analisou. Confirmado para a sequência da temporada, após se enquadrar à nova política salarial do clube, o colombiano Alfredo Morelos ainda precisa ser inscrito na Federação Paulista para poder atuar. A expectativa é que o centroavante possa estar à disposição para a partida da quarta rodada, contra o Água Santa, na próxima quarta-feira (31), às 21h35, no Estádio Distrital de Inamar, em Diadema. Intensidade na marcação Um dos pontos fortes da equipe nas duas rodadas do Paulistão foi a forma como todos os jogadores participam do sistema de marcação. Para o treinador, essa característica é fundamental no futebol moderno e será cobrada durante a temporada. “Todos jogam com a bola e marcam sem. Tivemos a final (do Mundial) entre (Manchester) City e Fluminense e vimos o quanto os caras voltam para marcar. É isso que estou trabalhando, com o perde e pressiona. Todos com isso na cabeça. Jogar com a bola e marcar sem”, enfatizou. Em busca do preparo físico ideal Satisfeito com o que viu o time desenvolver nos dois primeiros jogos, apesar de pouco mais de duas semanas de treinamentos, Carille acredita que precisa de pelo menos mais um mês de trabalho para ter o elenco redondo fisicamente. “A diretoria trouxe um grupo de qualidade, com bons profissionais. Eles chegaram bem, mas estão longe do ideal. Colocamos um mês para dar uma resposta melhor do que esperamos para a temporada toda”.