[[legacy_image_232607]] Visto no meio do futebol como um treinador com o estilo paizão, Odair Hellmann está satisfeito com o ambiente que tem se construído no CT Rei Pelé nos primeiros dias de trabalho como treinador do Santos. Segundo o próprio técnico, que recebeu o apelido de Papito nas categorias de base do Internacional, a dedicação dos atletas nas atividades para compreender as suas ideias de jogo é digna de elogios e tem contribuído para criar um ambiente familiar no elenco. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Apesar da personalidade zelosa com os seus comandados, o apelido não significa que por onde passa o treinador tente construir uma espécie de Família Hellmann. A origem de Papito é um filme que o técnico assistiu há anos, mas não lembra o nome até os dias de hoje. “Papito era o personagem mais sofrido de um filme que assisti, mas apesar de todos os problemas que aparecia na vida, ele sempre estava de bom humor e chamava todas as pessoas que cruzavam o seu caminho de Papito. Aquilo me marcou e adotei”, revela Hellmann. “A coisa pegou de um jeito tão forte que durante um período, antes de assumir o time profissional, tinha gente na base do Inter que não sabia que o meu nome era Odair. Eu só era chamado de Papito. Já me esforcei, mas não lembro o nome daquele filme”, contou o treinador. Formação Já trabalhando a parte tática e as formações que pretende implantar no Santos ao longo da próxima temporada, Odair já deixou claro que no Campeonato Paulista não tem planos de montar um esquema com três zagueiros em campo. De acordo com o treinador, a ideia é iniciar a temporada 2023 variando entre os esquemas táticos 4-2-3-1, 4-4-2 e 4-3-3. O Santos estreia no Estadual no próximo dia 14 de janeiro, na Vila Belmiro, às 18h30, diante do Mirassol.