[[legacy_image_251043]] Após a eliminação nas semifinais da Copa São Paulo de Futebol Júnior, em janeiro, a equipe sub-20 do Santos se prepara para estrear no Campeonato Brasileiro da categoria. Com um elenco modificado, o Peixe inicia a sua participação da competição às 16h30 de segunda-feira (6), na Vila Belmiro, diante do São Paulo, e o técnico Orlando Ribeiro quer começar a competição com vitória. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Com longa experiência em categorias de base e mais calejado após o período em que permaneceu no comando da equipe principal do Peixe, na reta final do último Brasileirão, Ribeiro sabe que o desafio será duro por se tratar de um clássico e devido ao pouco tempo de treinamento. “Esse processo de reformulação, em razão dos jogadores que estouraram idade e aqueles que têm idade, mas estão trabalhando com o Odair Hellmann, é mais acentuado no Santos, porque o clube usa bastante os meninos da base. Quando a gente chegou, há um ano, já sabíamos que todo começo de ano seria difícil para estar montando o time e criando entrosamento, pois é comum alguns garotos serem usado nos profissionais”, disse Ribeiro, ontem, em visita ao Grupo Tribuna. “Para esse primeiro jogo a situação fica ainda mais complicada. Visando a partida contra o São Paulo, nós teremos no total apenas oito dias de trabalho”, acrescentou o treinador, que poderá contar com o reforço do lateral-esquerdo Kevyson, do volante Balão e do meia-atacante Miguelito. A partida contra o Tricolor representará o 50º jogo - considerando base e profissional - de Ribeiro pelo Santos. Ao longo desse período, o treinador afirma que evoluiu muito, principalmente após os meses em que esteve no comando do time principal. “Criei uma tese de que todo treinador no Brasil é interino. Uns com contratos por um tempo, outros em situações como a minha, que fui alçado à função. Contudo, todos são interinos”. Ele cita momentos marcantes dessa passagem, “Às vezes eu estava na minha sala e de repente entrava o Clodoaldo, Edu, Pepe, Lima e Serginho Chulapa para dar uma ajuda, conversar sobre o time ou dar uma ideia. Aprendi na prática a dimensão que tem o Santos. Ajudou a me preparar ainda mais para almejar uma futura oportunidade no profissional”.