[[legacy_image_270885]] Neymar se recupera de uma cirurgia no tornozelo direito e não sabe se vai continuar vestindo a camisa do Paris Saint-Germain na próxima temporada europeia. Mas, enquanto o futuro do astro em campo segue indefinido, os negócios da família vão ganhando outros atrativos, com o lançamento do cruzeiro ‘Ney em alto Mar’. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Programado para acontecer de 26 a 29 de dezembro, o cruzeiro a bordo do navio MSC Preziosa prevê a realização de shows e festas, além de contar com várias outras atrações. Com embarque e desembarque no Porto de Santos, o itinerário será anunciado, segundo a empresa promotora, “próximo à data de partida”. A única parada prevista previamente será em Búzios, no litoral do Rio de Janeiro. Na propaganda do cruzeiro, divulgada nas redes sociais e no site www.neyemaltomar.com.br, o atacante do PSG e da seleção brasileira aparece vestido com roupa de comandante de navio. “72 horas de ousadia e alegria a bordo com um dos maiores ídolos do futebol”, diz o anúncio. Apesar de citar “atrações imperdíveis e shows inesquecíveis”, os artistas que farão parte da programação ainda não foram anunciados. De saída do PSG? Aos 31 anos, Neymar está fora dos gramados desde 19 de fevereiro, quando se lesionou numa partida contra o Lille, pelo Campeonato Francês. Em março, ele foi submetido a uma cirurgia no tornozelo direito, realizada em Doha, no Catar, e a previsão é de seriam necessários quatro meses para recuperação. Com contrato até junho de 2027 com o PSG, Neymar segue em rota de colisão com a direção do clube francês, que pode negociá-lo na próxima janela de transferências. No domingo (28), enquanto os jogadores do time parisiense comemoravam mais um título nacional, o camisa 10 curtia o GP de Mônaco, fato que teria irritado os dirigentes. Sem clima em Paris, onde os torcedores do PSG já promoveram manifestações pedindo sua saída do clube, o destino de Neymar pode ser o Manchester United. O time inglês pode ser vendido ao bilionário Jassim Bin Hamad Al Thani, membro da família real do Catar, que tem proximidade com os donos do PSG.