[[legacy_image_235887]] Um grande número de pessoas aguarda a passagem do cortejo com o corpo de Pelé em frente à casa de sua mãe, dona Celeste. A irmã do Rei do Futebol Maria Lucia também espera o caminhão de bombeiros na sacada da residência. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! "É uma emoção espetacular. Dá vontade de chorar ao ver uma mãe perdendo seu filho. Sou mãe também", diz a aposentada Flora Araújo, de 73 anos. Gabriel Bento Hipólito, de 11 anos, e Felipe Russo Martins Amaro Riveiri, de 16, também quiseram se despedir do Rei próximo à família. "Fico lisonjeado. Pelé é a cara do Santos", disse o mais novo, que vestia uma camisa com a foto do ídolo e, claro, uma bola em mãos. A aposentada Elza Pereira, de 69 anos, afirma que o sentimento é indescritível. “Estou muito emocionada porque a emoção que ela deve estar sentindo é enorme pelo carinho das pessoas". [[legacy_image_235888]] Mário Rinaldini, de 70 anos, mora próximo da residência que fica no canal 6 e resolveu acompanhar a despedida do Rei do Futebol. “Estou com a 10 do Brasil. Sou palmeirense, mas o Pelé é de todos”, disse o aposentado. O Movimento Verde Amarelo também marca presença na porta da casa de dona Celeste. Com eles, uma bandeira com uma grande imagem de Pelé. "É um carinho e um agradecimento ao Rei, que é o embaixador do Brasil", diz a Ynara Costa, que veio de Cotia (SP) para as homenagens ao Atleta do Século 20. [[legacy_image_235889]] O ex-goleiro Lalá mora na mesma rua e a uma distância de duas quadras de onde Pelé morou, e hoje mora a Dona Celeste. "É uma grande honra morar na mesma rua onde morou também o Lima, Davi, que atuaram comigo no Santos". Lalá, que jogou no Santos entre os anos de 1959 e 1962, relembra que treinou muito no gol junto com o Rei do Futebol e hoje dá seu último adeus. [[legacy_image_235890]]