Vitória abraça Neymar e recebe carinho do ídolo: amor recompensado (Reprodução/Instagram) O momento mais fofo da rodada do Campeonato Brasileiro ocorreu no jogo entre Santos e Mirassol e envolveu o atacante Neymar. Mas não foi nenhum gol ou assistência, mas a acolhida a Vitória Maria Ferraz Gomes, de 8 anos, que mora em Osasco. Ela entrou com outras crianças junto ao elenco na partida do último domingo (23). E a emoção a aproximou do camisa 10 do Peixe. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Perfilada no momento da execução do Hino Nacional, ela ficou ao lado do goleiro Gabriel Brazão e chegou a receber um aceno de Neymar. Sensibilizado com a comoção da pequena, o goleiro a levou para ao lado do atacante, que logo foi “abraçado”, em um gesto que rapidamente viralizou nas redes sociais. “O Neymar falou pra ela que não precisava ficar assim, que ela era muito bonitinha, fofinha e tal e tudo mais”, diz o pai, o publicitário Diogo de Carvalho Gomes, de 36 anos. Segundo ele, a história começou semanas antes, em outra partida do Alvinegro. “No jogo contra o Macará (pela Sul-Americana, no dia 13 de agosto), eu estava ali sentado vendo o jogo e ela gritando ‘Neymar!’, que dava entrevista ali. E aí eu, espontaneamente, fui gravá-la quando chorava. O pessoal em volta estava chorando junto. E o vídeo acabou viralizando”, descreve. Ele crê que a entrada dela em campo com Brazão, e não com Neymar, propiciou uma intervenção divina. “Quando é para acontecer, Deus coloca a mão. E o sonho dela era conhecer o Neymar, assim como o meu também. Mas meu maior sonho é ver minha filha realizar os sonhos dela, e ela conseguiu. Como pai, não tem coisa melhor”, narra. Douglas só percebeu a repercussão do gesto de Neymar com Vitória na volta para casa. “Vi a carinha dela em tudo o que é lugar. Isso não tem preço. Sou um cara sentimental, que gosta de viver os momentos. E o que aconteceu ontem (domingo) me fez lembrar do sentido da vida”. Voltando no tempo O momento vivido na Vila Belmiro o remete a memórias de infância. Fosse pelo carinho da mãe, fosse pelo amor pelo Santos campeão brasileiro de 2002. “Minha mãe fez quase a mesma coisa por mim. Eu não entrei em campo, mas me convidaram para entrar dentro do ônibus. Eu tinha os autógrafos do Diego, Robinho, André, Alex, de todo mundo. Minha mãe mais me ensinou mesmo foi a amar os filhos mais do que tudo. Ontem (domingo), vivi isso plenamente”, complementa. Foi a Vitória do amor verdadeiro.