[[legacy_image_305685]] O Tribunal de Justiça de São Paulo arquivou, a pedido do Ministério Público, inquérito policial que investigava suposto crime de importunação sexual cometido pelo ex-coordenador esportivo do Santos, Paulo Roberto Falcão. A denúncia foi feita pela funcionária de um hotel de Santos. Segundo o juiz Leonardo de Mello Gonçalves, da 2ª Vara Criminal de Santos, não há indícios da ocorrência de ilícito penal. "Não sendo possível concluir que o investigado tenha praticado em face da vítima ato libidinoso, com o objetivo de satisfazer a própria lascívia", escreveu o juiz. De acordo com o magistrado, "nem todo contato físico pode ser interpretado como ato libidinoso". Relembre o caso A mulher, de 26 anos, registrou boletim de ocorrência em 4 de agosto na Delegacia de Defesa da Mulher da Cidade. Segundo a recepcionista, nos dias 2 e 4 de agosto, Falcão, que morava no local, teria entrado numa área restrita para funcionários com roupas em mãos para mandar lavar. Antes de entregar as peças, Falcão teria se aproximado falando sobre a câmera de monitoramento, momento em que teria roçado o pênis em seu braço. Com a repercussão do caso, Falcão pediu demissão e se defendeu nas redes sociais. "Sobre a acusação, que recebi com surpresa pela mídia, afirmo que não aconteceu".