Gil desistiu de encerrar a carreira no final do ano e renovou com o Santos até o fim desta temporada (Raul Baretta/Santos FC) Fora dos relacionados na estreia do Paulistão, quinta (16), contra o Mirassol na Vila Belmiro, o zagueiro Gil também não foi convocado para viajar a Campinas, onde o Santos enfrenta a Ponte Preta, neste domingo (19), no Estádio Moisés Lucarelli, pela segunda rodada do Estadual. O veterano, de 37 anos, vem sendo preterido pelo técnico Pedro Caixinha por não se enquadrar na forma de jogar do português. A situação de Gil já havia gerado controvérsia, quando o Santos inscreveu os jogadores profissionais na primeira fase do Paulistão sem incluir o zagueiro. Gil só entrou na lista posteriormente. Na coletiva após o jogo contra o Mirassol, Caixinha explicou porque não relacionou o defensor. “Todos os jogadores são iguais perante as regras. Minhas palavras para com ele ao longo dessas duas semanas só podem ser elogiosas, em termos do sacrifício que ele fez, da entrega e dedicação. Não foi o único jogador a ficar fora. Minhas decisões serão sempre em defesa do grupo, nunca olhando nomes. O Gil é um jogador que respeito muito, tal como os outros”. Um dos jogadores mais regulares do time em 2024, Gil desistiu de encerrar a carreira no final do ano e teve o contrato renovado até dezembro de 2025. Agora, o zagueiro vive um impasse. A Tribuna apurou que, em princípio, não há negociação entre clube e jogador para uma rescisão do vínculo. Gil teria que se adaptar à filosofia de jogo de Caixinha para se manter no elenco. A insatisfação do zagueiro, porém, pode pesar na decisão de deixar o Peixe.