[[legacy_image_236112]] Escoltado por Corpo de Bombeiros e Polícia Militar, o cortejo de Pelé chegou ao cemitério vertical Memorial Necrópole Ecumênica, no Marapé, em Santos, às 14 horas. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A movimentação no local onde o corpo do Atleta do Século 20 será sepultado foi intensa desde o início da tarde desta terça (3). O sepultamento é reservado para a família e convidados. Amigos, familiares, fãs e até o músico Simoninha esperaram a chegada do Rei do Futebol. Acompanhado de uma multidão, o cortejo percorreu as ruas da cidade e passou em frente a casa da mãe de Pelé, a Dona Celeste, no bairro Ponta da Praia. O velório de Pelé começou na segunda (2), às 10h, e durou 24 horas. Autoridades nacionais e internacionais, além de jogadores e ex-atletas estiveram presentes. Tristeza, emoção e gratidãoO cantor Wilson Simoninha, filho do cantor Simonal, esteve no sepultamento de Pelé na tarde desta terça-feira (3) no cemitério Memorial Necrópole Ecumênica, em Santos. O Rei do Futebol era muito amigo de seu pai, que faleceu em 2000. [[legacy_image_236113]] "Tristeza não tem como a gente não sentir. Mas ao mesmo tempo acho que a gente tem que ter muito orgulho. Um cara único na nossa história, no nosso esporte. É um orgulho danado a gente ser brasileiro e ter o Pelé como um personagem tão amado em todo o mundo". Simoninha cita a lembrança de ver o Rei cantando e fazendo um som ao lado de seu pai. "Meu pai queria ser um jogador de futebol e o Pelé queria ser um grande artista. Ele sempre queria cantar, mostrar suas canções, era uma coisa muito forte na história dele". [[legacy_image_236114]] O estudante Thiago Junior dos Santos Lopes, de 16 anos, que mora na Rua Nilo Peçanha, no Marapé, onde ocorrerá o sepultamento, recorda ter visto movimentação semelhante apenas na morte de Alexandre Magno Abrão, o Chorão, vocalista do Charlie Brown Jr. "Parecido assim só na época que o Chorão morreu. Depois desse dia, nunca mais. É muito triste, porque foi um jogador que representou muito o Santos e o Brasil inteiro", disse ele. [[legacy_image_236115]] Quem também mora na Rua Nilo Peçanha, no Marapé, em Santos, é a Camila Fernandes, de 43 anos. Moradora do número 75 da rua há 10 anos, Camila conta que trabalha no Memorial Necrópole Ecumênica, onde Pelé será sepultado, na área de manutenção. "Sou de São Paulo, me mudei para Guarujá e depois vim para cá", conta. A moradora também diz que nunca viu uma movimentação tão grande no Memorial e nas ruas ao redor. “A única homenagem que chegou perto foi a de Chorão, mas essa de Pelé supera. Ele era um ídolo, alguém que vai ser lembrado para sempre”, finalizou. Adeus ao Rei: saiba tudo sobre o velório, cortejo e sepultamento de Pelé em Santos: https://t.co/aA9AqdgO14 pic.twitter.com/6rDGyjMTzL— Jornal A Tribuna (@atribunasantos) January 3, 2023