Gabriel Brazão destacou o jogo coletivo da equipe, a menos vazada da Série B do Brasileiro (Raul Baretta/Santos FC) O Santos está pronto para encarar o Operário neste sábado (28), às 18 horas, na Vila Viva Sorte, pela 29ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, jogo em que a vitória significa a volta à liderança da competição. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Vice-líder, com 50 pontos, o Alvinegro está um ponto atrás do Novorizontino. E para ficar próximo do acesso para a Série A, a equipe santista conta com a manutenção da invencibilidade na temporada. São sete jogos seguidos sem derrota, com três vitórias (Brusque, América-MG e Botafogo-SP) e quatro empates (Guarani, Amazonas, Ponte Preta e Novorizontino). “É um número importante, mas faltam 10 finais para nós. A gente sabe que falta muito ainda para conquistarmos nosso objetivo, então estamos pensando jogo após jogo. O que passou já ficou para trás e o foco são nos jogos que estão por vir. E o nosso principal jogo agora é contra o Operário”, afirmou o goleiro Gabriel Brazão. Das dez partidas restantes na Série B, cinco serão na Vila Viva Sorte (além do Operário-PR, Mirassol, Ceará, Vila Nova e CRB). Caso vença todas dentro de casa, o Peixe chegará aos 65 pontos, numeração que confirmaria a volta à elite nacional. Por conta disso, Brazão destacou a importância de começar essa sequência de triunfos já diante do Operário. “A nossa torcida vem fazendo uma festa linda jogo após jogo e isso vem nos incentivando, nos ajudando muito. Contamos com o apoio deles nessa reta final. Esses cinco jogos dentro da Vila serão de suma importância para nós. E a gente sabe que com o apoio da nossa torcida, vamos estar mais perto das vitórias”, destacou. Solidez defensiva Além da invencibilidade de sete partidas, o Santos também conta com a solidez defensiva como trunfo para voltar à Série A. Gabriel Brazão atuou 22 vezes até o momento, levando apenas 16 gols e não sendo vazado em dez partidas. “Isso tudo é o fruto de um trabalho do grupo todo. É algo que eu não creio que é só individual, mas sim coletivo, porque a gente começa a construir nossas jogadas de ataque a partir de mim e começamos a defender a partir dos nossos atacantes também. É um feito importante, mas são apenas números. A gente pensa jogo após jogo para poder conquistar o nosso objetivo final”.