Atletas jovens, como Nadson, têm a oportunidade de conviver com o tarimbado Tiquinho (Raul Baretta/Santos FC) Sentindo-se em casa após algumas semanas de convivência com os companheiros de Santos, Tiquinho Soares está de bem com a vida.Depois de se destacar no Botafogo, na volta ao Brasil, em agosto de 2022, ele aproveita a experiência adquirida na Europa, com passagens pelo Porto e Olympiacos, e na rodagem de seus 34 anos para ser uma referência aos jogadores da base santista. “O que eu falo é trabalhar, focar para que, um dia, o cara possa se tornar um grande jogador. Já falei com o Luca (Meirelles), estamos tentando dar um suporte para passar confiança. Temos conversado, ele tem pedido dicas (risos). O (Gabriel) Bontempo também. O moleque é bom, fez um grande jogo (contra o São Paulo). O bom é que eles tentam conversar com você. A maioria das vezes tem um pessoal que sobe para o profissional e não dão moral para aprender. O bom daqui é que eles sempre buscam conversar para melhorar", observou Tiquinho. Agradecendo o elogio recebido do ídolo santista Serginho Chulapa, que lhe entregou a camisa 9 na apresentação, nesta terça (4), na Vila, Tiquinho falou sobre o atacante favorito que vestiu a camisa alvinegra. "Sou grande fã de todos os atacantes que passaram aqui. Em particular, eu gosto do Ricardo Oliveira, era matador e jogava o puro do futebol. Não é comparar, mas é diferente. Espero fazer pelo menos um terço do que eles fizeram aqui”, almejou. O camisa 9, que teve boa atuação no clássico contra o São Paulo, marcou o primeiro gol pelo Santos, de pênalti, no empate em 1 a 1 com o Botafogo, nesta quarta (5), na Vila. Aprimorar a forma física Ainda em busca da melhor forma física neste início de temporada, Tiquinho projetou estar melhor preparado antes do final de fevereiro. "O bom que toda hora tem jogo para se condicionar fisicamente, mentalmente. Tenho certeza que mais 10 ou 15 dias para estar no meu top físico bem", disse.