[[legacy_image_115691]] Em entrevista coletiva realizada nesta sexta-feira (22), o departamento médico do Santos explicou a situação dos jogadores machucados. O tema provocou debate nas últimas semanas. Em alguns casos, houve questionamento pela demora na recuperação dos atletas. Casos como os de Marinho, Kaiky, Léo Baptistão e Luiz Felipe foram questionados pela imprensa. A situação de Marinho foi a mais inusitada. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Segundo o coordenador médico do futebol profissional, Guilherme Faggioni, a não divulgação do problema de Marinho foi uma decisão interna, apesar de o jogador ter ido a público revelar que havia realizado uma intervenção cirúrgica na perna esquerda. "Foi uma decisão interna para não expor o atleta. O clube achou melhor preservar não só o atleta, como o departamento, e logo depois tivemos a transição do departamento médico, chegando o Charles, e tudo isso foi decidido para não ter confusão internamente", disse Guilherme. O coordenador do Núcleo de Saúde e Performance do Clube, Charles Costa, que foi citado por Guilherme, alegou questões legais para omitir o problema. "O Marinho é extremamente profissional e se dedicou a todo o processo terapêutico. Todos nós estamos atrelados à lei geral da proteção dos dados, que é uma obrigatoriedade jurídica que o departamento médico tem em relação à disponibilização dos dados de saúde de atletas e funcionários. Nem todas as informações sobre procedimentos podemos divulgar sobre os atletas, até porque existe essa lei". Guilherme aproveitou para falar da situação dos outros atletas. O goleiro John, por exemplo, só volta no final da temporada. Léo Baptistão tem uma lesão considerada difícil, enquanto Kaiky e Luiz Felipe estão em fase de transição. Jobson também foi citado. "O Kaiky e o Luiz Felipe já estão na fase de transição, para retorno com mais segurança para não termos problema. Temos o Léo Baptistão com uma lesão difícil, complicada de tratar e que está evoluindo super bem, mais ou menos seis semanas. John em um pós-operatório, com pelo menos cinco meses para colocá-lo com o grupo, e Jobson em pós-operatório, evoluindo super bem, teve um pouco de dificuldade e estamos tratando juntos, por precaução é melhor deixá-lo com a gente", finalizou o médico