“Não tivemos efetividade para matar o jogo”, avalia Cuca, que falou em “atmosfera perigosíssima” (Sílvio Luiz/ AT) O técnico Cuca ficou com uma sensação dúbia após o Santos vencer o Internacional, neste domingo (6) à tarde, no Beira-Rio, em Porto Alegre (RS), por 3 a 2. Primeiro de felicidade por obter um resultado que há 18 anos o time da Vila Belmiro não conseguia em Porto Alegre, e em segundo de apreensão por causa do segundo tempo, quando o adversário gaúcho diminuiu o resultado de 3 a 0 para 3 a 2. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! “A gente preferiu a emoção. Fui duro no intervalo, porque sei como é o futebol. Com um jogador a mais, o time dá uma relaxada e este é o maior risco que tem. O adversário vai se superar e foi o que aconteceu”, disse o técnico santista em entrevista coletiva. “Temos de festejar muito a vitória. Foi a terceira seguida (como visitante), de seis pontos, mas precisamos tirar lições pelo segundo tempo. Não tivemos efetividade para matar o jogo. A atmosfera ficou perigosíssima e o sofrimento foi até o final. O que poderia ser evitado”, afirmou Cuca, que já está pensando no Atlético-MG, adversário de quarta-feira (9), no primeiro jogo das quartas de final da Sul-Americana, na Vila Belmiro. “Quarta-feira já temos de comprovar o domingo. Primeiro jogo em casa, com nosso torcedor, que foi fantástico contra o Palmeiras. A ideia é abrir uma vantagem para o jogo de volta”. Cuca promoveu a estreia de Arthur e Lima. Ambos entraram no segundo tempo e ajudaram o time a segurar a pressão do Internacional. “O Arthur entrou de 10, o Rollheiser de 11. Ele ainda não está na condição ideal para ser primeiro ou segundo volante, mas se disponibilizou a jogar em todas as funções do meio. Vai nos ajudar”, disse Cuca.