[[legacy_image_63661]] À espera de peças importantes, como Marinho, eleito o melhor jogador da América na temporada passada, e Kaio Jorge, ambos ausentes por problemas físicos, o técnico Ariel Holan acredita que assim que puder contar com todo o elenco, incluindo Carlos Sánchez, Madson e Raniel, e tiver tempo para treinar, fará do Santos uma equipe bem competitiva. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! Em entrevista coletiva na noite desta terça-feira (16), após o empate por 1 a 1 com o Deportivo Lara, na Venezuela, o treinador lamentou o fato de desde a sua chegada ter jogado mais do que trabalhado o time no CT Rei Pelé. "Temos uma equipe jovem, com muitos juvenis e faltando alguns dos mais experientes. Quando tudo isso passar, teremos um time muito competitivo. Precisaremos de algumas semanas, pois trabalhamos há pouco tempo. Jogamos mais do que treinamos", comentou o argentino. Antes de contar com os retornos de Marinho e Kaio Jorge, Holan já sabe que tem uma deficiência para corrigir na equipe. Dos seis compromissos do Santos na atual temporada, em quatro o sistema defensivo foi superado por meio de jogadas aéreas. E isso já incomoda o treinador. "Está sendo difícil (corrigir essa deficiência). É um assunto pendente. Os adversários estão se aproveitando e fazendo os gols na gente por essa via", concluiu o técnico.