[[legacy_image_339423]] Em jornada ruim, o Santos foi derrotado pelo Red Bull Bragantino por 1 a 0 na noite deste domingo (3), no Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista, pela 11ª e penúltima rodada do Paulistão. Com o resultado, decretado pela “lei do ex”, com gol de Eduardo Sasha, o Peixe se mantém em segundo lugar na classificação geral, com 22 pontos. Antes de enfrentar a Portuguesa de Desportos, nas quartas de final do Estadual, o Peixe fecha a primeira fase contra a Internacional de Limeira no próximo domingo, às 16 horas, na Vila Belmiro. A liderança geral ainda é possível, mas o time precisa vencer e torcer por duas derrotas do Palmeiras ou uma derrota e um empate nos jogos contra São Paulo, neste domingo (3) e Botafogo, no dia 10. O jogo O time da casa criou a primeira chance com menos de um minuto. Gustavinho recebeu dentro da área e bateu rasteiro, mas João Paulo, atento, defendeu no canto direito. O Santos respondeu aos 7. Pedrinho foi à linha de fundo e cruzou da direita, mas Morelos pegou mal na bola, que ficou fácil para Cleiton. O jogo era parelho e franco, com as duas equipes buscando o ataque, mas as defesas se sobressaíam. Aos 18, João Schmidt deu um susto, atrasando a bola na fogueira para João Paulo, que salvou o Peixe em dividida com Vitinho. Do susto ao gol com direito à “lei do ex” foram três minutos. Aos 21, Helinho deu bela assistência nas costas dos defensores santistas e Sasha apareceu sozinho para bater no meio das pernas de João Paulo: 1 a 0. O Santos sentiu o gol e sofreu com a pressão do Massa Bruta por alguns minutos, até conseguir emplacar um contragolpe pela esquerda que terminou com tiro de Pituca, por cima do gol, aos 28. O Peixe avançou a marcação pressionando o Bragantino e aos 32, após cobrança de escanteio, Morelos bateu cruzado, a zaga afastou e Pedrinho pegou mal de fora da área, mandando muito acima da meta. Aos 39, Pedrinho teve nova chance de bater, agora pela esquerda da área, mas, com o pé “descalibrado”, mandou por cima de novo. Faltou futebol A baixa produtividade da equipe no primeiro tempo fez o técnico Fábio Carille mexer no intervalo. Saíram Aderlan, que já tinha amarelo, e Cazares, que pouco p roduziu após retornar ao time, para as entradas de Felipe Jonatan e Weslley Patati. Com três minutos, uma das mudanças surtiu efeito. Patati levou uma cotovelada na cabeça de Luan Cândido e o zagueiro levou cartão vermelho após o VAR alertar o árbitro Fabiano Monteiro dos Santos. Com um a mais, o Santos teve oportunidade para empatar aos 11, em batida cruzada de Felipe Jonatan que Cleiton defendeu. No contragolpe, o Red Bull quase fez o segundo, com Thiago Borbas escapando pela esquerda e batendo na saída de João Paulo. A bola passou raspando o poste direito. Sem conseguir encurralar o Bragantino, mesmo com um jogador a mais, Carille fez mais duas mudanças. Deixaram o campo Pituca e Pedrinho para as entradas, respectivamente, de Nonato e Julio Furch. Apesar da superioridade numérica, o Peixe, em jornada pouco inspirada, não criava raras chances de gol. Aos 36, Morelos lançou Nonato, Cleiton saiu mal do gol e a bola sobrou na área para Furch que, marcado, cabeceou fraco, facilitando para o goleiro. Aos 40, Furch arriscou de fora da área, mas bateu fraco, para nova defesa tranquila de Cleiton. Aos 42, foi a vez de João Schmidt chutar de fora da área, mas o tiro saiu fraco, facilitando a vida de Cleiton. Aos 45, porém, faltou cacoete de atacante para o volante, que teve a bola livre, dentro da pequena área, mas chutou em cima de Cleiton. Aos 48, Thiago Borbas levou o segundo cartão amarelo ao fazer falta em Hayner e foi expulso, deixando o Bragantino com 9. O Santos foi para a pressão mas, desorganizado, alçava bolas à área inutilmente e não conseguiu se livrar da derrota, a terceira neste Paulistão.