[[legacy_image_333958]] Profundo conhecedor do Corinthians, onde começou como auxiliar técnico em 2008, Fábio Carille sabe que o Santos vai enfrentar um adversário duro nesta quarta-feira (7), apesar do momento crítico vivido pelo rival, que é o penúltimo colocado na classificação geral, na zona de rebaixamento do Estadual. Por isso, o treinador disse que vai se ater aos detalhes para não ser surpreendido na Vila Belmiro. Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! “(Esse jogo é) Muito importante para o torcedor e para nós, uma briga de todos para conquistar coisas grandes. Minha gratidão pelo Corinthians é eterna, mas estou aqui e vamos trabalhar para fazer um grande jogo e ser merecedor de uma vitória, a primeira do grupo em clássico” Carille não projetava um início tão bom no Estadual, com quatro vitórias em cinco jogos, mas comemorou a boa fase da equipe. “Será um prêmio para esse início, poder construir a quinta vitória em seis jogos. Somos líderes provisórios do geral, temos que valorizar isso. A partir de amanhã (segunda, 5) começo a preparar o grupo para o clássico”. ‘Inimigo’ íntimo Além de ter trabalho por mais de 10 anos no rival, Carille também foi auxiliar de Mano Menezes, o atual e pressionado técnico corintiano. “Temos que observar adversário, mas primeiro olhar para nós. Trabalhei com o Mano, imagino como possa vir (o time). Temos que olhar muito pra nós e ver os detalhes do adversário para não sermos surpreendidos”. Dificuldades contra o Guarani Feliz com a boa campanha do Peixe, Carille também falou sobre o que não gostou no time, principalmente na etapa inicial. “O primeiro tempo tivemos dificuldade, Guarani bem armado e perdemos a paciência. Cobrei que faltavam jogadores entrelinhas para dar sequência ao ataque. As substituições (no intervalo, de Felipe Jonatan e Julio Furch) foram porque sentiram, não foi nada tático. No segundo tempo observamos a linha alta. Trabalhamos com calma e dali se originou o pênalti. Ali se iniciou a nossa vitória. Bem feliz por esse início. Podemos melhorar mais”, analisou.