[[legacy_image_330566]] O técnico Fábio Carille admitiu que o planejado para o Santos enfrentar o Palmeiras não saiu exatamente do jeito que ele gostaria, mas procurou valorizar a forma como isso aconteceu, apesar da derrota. “No primeiro tempo, a gente foi abaixo (do esperado). Teríamos que ficar um pouquinho mais com a bola para que o Cazares pudesse circular e a gente tivesse superioridade em alguns setores do campo. Demos uma melhoradinha no final do primeiro tempo em relação a nós mesmos. No segundo, melhoramos em rendimento, mas foi quando sofremos os dois gols. É uma construção, faz parte do processo e, de cabeça erguida, todos enfrentamos a dificuldade”, comenta. Embora tenha creditado mais às questões clínicas e físicas as não utilizações iniciais do quarteto Felipe Jonatan, Giuliano, Julio Furch e Guilherme, Carille não esqueceu de falar do gramado do Allianz Parque. “A partir do momento em que a própria equipe da casa reclama, fica muito claro. Já vi o Abel Ferreira (técnico) e jogadores dizendo que precisa trocar. A sensação que ficou na beira do campo é que está muito ralo, trazendo muita dificuldade para controlar a bola e acertar o melhor passe. O gramado já foi muito melhor e estou sabendo que o Palmeiras está se mexendo para trocá-lo”, comentou. NotaLogo depois da partida, o Verdão emitiu uma nota informando “que, em razão das atuais condições do gramado do Allianz Parque, somente voltará a mandar jogos no estádio quando a Real Arenas honrar com a sua obrigação de realizar a manutenção adequada do campo". O Palmeiras acrescentou ainda que, “em função da irresponsabilidade de terceiros, não temos o direito de colocar em risco a integridade física de profissionais – sejam do Verdão, sejam das equipes adversárias”. E foi além: “Caso a superficiária do Allianz Parque insista em protelar a solução necessária para este grave problema, exigiremos junto aos órgãos competentes a interdição da arena”.