Jogador comemora o primeiro gol do Santos contra a Macaca, nesta sexta-feira (30) (Alexsander Ferraz/AT) Capitão do Santos no empate em 2 a 2 com a Ponte Preta, nesta sexta-feira (30), na Vila Belmiro, pela 24ª rodada da Série B, o meia Giuliano lamentou o resultado, após o time sair na frente por 2 a 0 e jogar com um homem a mais durante boa parte da partida. A palavra foi: constrangimento. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! “Foi constrangedor o resultado. Abrimos uma vantagem, tivemos um jogador a mais e não podíamos ter tomado o empate, ainda mais da maneira como foi. Não podíamos dar transição para a Ponte, e foi assim que aconteceu o primeiro gol. O segundo foi uma fatalidade. Tinha tudo para ser o jogo da redenção, mas foi frustrante. Cabe a nós reverter isso, mas é um sinal de alerta”, afirmou o jogador, em coletiva logo após a partida. Ao longo da entrevista, o meia reforçou a responsabilidade dos jogadores para que o Santos volte a um bom momento na competição. “O que me faz acreditar no trabalho é saber que, no primeiro tempo, performamos e que só nós podemos vencer. Já fizemos isso uma vez, e temos que fazer de novo”, recomenda. Para ele, assumir a braçadeira de capitão, mesmo com a presença de Diego Pituca entre os titulares, é um sinal de “divisão de responsabilidades”. “Todos podem representar a capitania do Santos. Estamos aqui para servir”, argumenta Giuliano.