[[legacy_image_167990]] O Santos ainda não convenceu sob o comando de Fabián Bustos. Em seis partidas até aqui, foram uma vitória, três empates e duas derrotas. Como atenuante, cinco das seis partidas foram disputadas fora da Vila Belmiro. Agora, o treinador tem dois jogos seguidos em casa para melhorar os números e mudar o ambiente no clube. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Na quarta-feira, às 19h15, o Santos joga contra o Universidad Católica, do Equador, pela segunda rodada da Copa Sul-Americana. E no domingo, às 11 horas, o adversário será o Coritiba, pela segunda rodada do Brasileiro. Em ambas as ocasiões a vitória é importante. Na Sul-Americana, o Santos estreou perdendo para o Banfield, por 1 a 0, em Buenos Aires, e terminou a rodada inicial na lanterna do Grupo C. No Nacional, o eventual triunfo servirá para não deixar a equipe se afastar dos líderes. “Temos de seguir melhorando. Fazia muito tempo que não competíamos com equipes importantes. Jogamos num campo difícil, um torneio muito complicado, que no ano passado custou muito. Não estamos felizes, mas estamos em crescimento”, disse Bustos após o empate em 0 a 0 com o Fluminense, sábado, no Rio. Com o apoio da torcida na Vila e a necessidade de vencer, resta saber qual será o esquema a ser adotado pelo treinador. Diante do Banfield, ele formou a defesa com três zagueiros (Kaiky, Maicon e Eduardo Bauermann). Contra o Fluminense, sem poder contar com Kaiky, machucado, ele compôs a zaga com Maicon e Bauermann e optou por quatro jogadores no meio de campo, com a entrada de Vinícius Zanocelo. No ataque, a dupla que iniciou a partida contra o Fluminense teve Jhohan Julio e Marcos Leonardo. No segundo tempo, Lucas Barbosa e Angulo, outro estreante, entraram. Entretanto, a postura extremamente cautelosa não permitiu uma participação mais efetiva dos homens de frente.