[[legacy_image_187229]] Com vários jogadores reservas, o Santos viajou para a Venezuela para iniciar a disputa pela classificação às quartas de final da Copa Sul-Americana com o Deportivo Táchira. Quarta colocada no Campeonato Nacional com 26 pontos em 17 jogos, a equipe de San Cristóbal chega para duelo contra o Peixe embalada por uma invencibilidade de quatro jogos como mandante, mas com números discretos na competição local. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! Treinado pelo espanhol Alex Pallarés, o Táchira deve tentar impor intensidade para cima dos comandados de Fabián Bustos, pois fará apenas o segundo jogo em um intervalo de 13 dias - no sábado foi derrotado fora de casa por 3 a 0 para Monagas, vice-líder da competição local. O Deportivo Táchira é dono da terceira pior defesa do Campeonato Venezuelano, com 24 gols sofridos, é o time que mais cruza bola na área dos adversários e, com 278 faltas cometidas, é o terceiro time mais faltoso da competição. Acostumado a jogar no 4-4-2, o Deportivo Táchira tem o meio-campo como ponto forte. Yerson Chacón, Robert Hernández e Maurice Cova são os homens do setor que gostam de carregar a bola para os lados do campo para que a equipe explore jogadas de velocidade e os cruzamentos. Porém, o jogador mais perigoso da faixa central atende pelo nome de Jeizon Ramírez Chacón e veste a camisa 26. Rápido, ele tem apenas 21 anos e é considerado o jogador mais talentoso do time. É quem tem a missão de pensar o jogo do Táchira no meio-campo. No ataque, Pallarés aposta no centroavante Remy Simisterra. Equatoriano de 24 anos, ele chegou ao clube nesta temporada contratado do Independiente Del Valle, mas em 22 jogos marcou apenas cinco gols. Presente nas oitavas de final da Copa Sul-Americana por ter terminado a fase de grupos da Libertadores na terceira colocação da Chave A atrás de Palmeiras - que venceu os dois jogos por 4 a 0 e 4 a 1, na Venezuela e no Brasil, respectivamente - e Emelec, o Táchira deve receber o Santos com um pequeno apoio do seu torcedor. A expectativa no país é de que aproximadamente 7 mil pessoas compareçam ao estádio poliesportivo Pueblo Nuevo. Apesar disso, o zagueiro Pablo Camacho espera que ele e os seus companheiros possam surpreender o Santos para fazer história no clube - eliminar o Peixe seria considerado uma grande conquista. "É importante vestir e lutar por essa camisa quando enfrentamos times do exterior. Estamos a quatro fases de uma possível final. O sonho está aí e trabalhamos nele. Queremos fazer um grande jogo em casa", disse o zagueiro nesta segunda-feira (27). "Será um jogo para as individualidades gerarem coisas importantes no ataque, o grupo inteiro estar concentrado em campo e ter a defesa muito atenta aos detalhes. Temos que vencer todos os duelos disputado porque os jogadores do Santos são muito inteligentes com a bola nos pés", completou. O confronto de volta ocorrerá na quarta-feira (6) da próxima semana, na Vila Belmiro. O regulamento da Sul-Americana não tem o gol fora de casa como critério de desempate. Com isso, diante de um empate no placar agregado, a vaga será definida em cobranças de pênaltis.