[[legacy_image_254610]] Cabeça erguida e confiança na virada. Esse é o pensamento que o treinador da Portuguesa Santista, Sérgio Guedes, busca passar aos seus comandados após a derrota por 2 a 1 para o XV de Piracicaba, no último sábado (18), em Ulrico Mursa, pela partida de ida das quartas de final do Campeonato Paulista da Série A2. Clique, assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe centenas de benefícios! A equipe rubro-verde precisa de uma vitória por dois gols de diferença para avançar à semifinal. Caso ganhe por um gol, haverá pênaltis. O principal motivo para o otimismo é a jornada construída ao longo da competição, que levará campeão e vice à elite do futebol estadual em 2024. “Vamos para esse jogo otimistas, com confiança e sabendo das possibilidades. Os dois jogos que a gente fez contra esse adversário nos dão essa margem, porque fomos sempre muito superiores. O sentimento é de que há possibilidade”. A outra partida citada por Guedes foi na primeira fase do torneio e terminou com vitória do XV por 1 a 0. A lição de casa, na visão do treinador, é aproveitar todo o tempo possível até o duelo de quarta-feira (22), às 20h30, no Estádio Barão de Serra Negra, em Piracicaba, para revisar procedimentos e posturas que não vêm funcionando em campo. “Não existe nada melhor do que vivenciar esses dias, assimilar e se preparar. Vamos buscar inspiração, porque vamos ter que transpirar também, para termos a possibilidade de levar a partida para um outro momento”, complementa. Rival Guedes ressaltou a eficiência do ataque da equipe de Piracicaba, que mesmo com menor posse de bola e número de escanteios, por exemplo, não desperdiçou as chances criadas. Ele também reclamou da postura do goleiro do XV, Alan, embora reconheça seu talento embaixo das traves. “O XV criou pouco, mas foi contundente na finalização. Além disso, o goleiro é muito bom e ganha seis, sete minutos todo jogo (com cera). Se é da regra, tem que rever tudo isso, porque é uma perda, um prejuízo. A Portuguesa Santista joga, tem pressa, tem volume. Esse processo todo vai dando incômodo”. Ele também citou a falta de tranquilidade dos rubro-verdes na tomada de decisões. Para o treinador, isso será fundamental para tentar a classificação. “Você começa a ter pressa e intranquilidade. A gente dá muita possibilidade de criar, porque há muita penetração, os dois laterais passam ao mesmo tempo, os apoiadores também chegam. Então, você tem muitas escolhas e, às vezes, não faz a melhor delas. A junção disso tudo faz com que a gente tenha esse sentimento amargo”.