O projeto prevê modernização do Estádio Ulrico Mursa, ampliando o potencial esportivo, social e comercial da praça (Divulgação) O Conselho Deliberativo da Portuguesa Santista aprovou por unanimidade a carta de intenções apresentada pela Eixo Cultura e Esporte, para o desenvolvimento do Projeto Aldeia Briosa, parceria comercial voltada à modernização do Estádio Ulrico Mursa. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! A proposta busca ampliar o potencial do Ulrico Mursa para além de sua vocação esportiva, com a transformação do complexo em uma referência regional de lazer, convivência, cultura e esporte na Baixada Santista. A iniciativa prevê a captação de recursos privados para viabilizar intervenções na infraestrutura e criar oportunidades de exploração comercial. Entre as frentes propostas estão melhorias no gramado e no sistema de drenagem, iluminação, arquibancadas, sanitários e áreas comuns, além da implantação de espaços destinados a atividades comerciais, de lazer e convivência. “A aprovação é o primeiro passo de um projeto enorme que a Portuguesa tem pela frente. É uma oportunidade de garantir a manutenção e a longevidade do clube social, com reflexos também no futebol”, afirma o presidente da Briosa, Frederico Garcia Barreiros. Para a diretora-executiva da Eixo, Renata Feitoza Nascimento, a proposta parte da possibilidade de conciliar a valorização dos espaços do Ulrico Mursa com a criação de novas fontes de receita para a instituição. “Queremos estruturar uma parceria que contribua para valorizar o patrimônio da Portuguesa Santista, modernizar seus espaços e criar oportunidades de receita que ajudem a sustentar o clube no longo prazo”. Carta de intenções não vinculante A carta de intenções tem caráter preliminar e não vinculante. O documento estabelece as bases para a realização de estudos técnicos, análises jurídicas e avaliações necessárias à eventual formalização da parceria comercial. A continuidade do processo depende dessas etapas e de aprovações em comissões internas do clube. A proposta prevê que a Eixo seja responsável pela estruturação dos projetos e pela busca de recursos privados, sem aporte financeiro da Portuguesa. O modelo também preserva a autonomia administrativa, técnica e esportiva da associação.