Yohan Marcellus foi o destaque do jogo, marcando o primeiro gol, que abriu caminho para a conquista (Alexsander Ferraz/AT) O caminho do título foi aberto pelo principal nome da Briosa: Yohan Marcellus. De chapa, mandou no ângulo o primeiro gol da equipe rubro-verde, o oitavo dele na Série A3. Foi como um presente para o atleta. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! “É sensação única, muito feliz por tudo que vem acontecendo, ainda fazendo um gol na final e deixando esse troféu aqui na Baixada Santista. Estou muito feliz”, diz. O camisa 10 da Briosa vê o título como o final feliz de um filme que começou a ser rodado ainda em dezembro do ano passado. “Foi muita luta, muito trabalho e o principal foi muita união para hoje estar sorrindo. Até me emociona olhar para a arquibancada, ter os familiares nos apoiando”, frisa. Autor do segundo gol rubro-verde, o atacante Caxito também era só sorrisos após o jogo. “Nós sabíamos que seria um jogo duro. Mas graças a Deus, dentro de casa, a gente mostrou a nossa força. Junto com a torcida que nos apoiou do início ao final. Graças a Deus, fico feliz de poder ajudar, de poder retribuir todo esse carinho”. Palavra de capitão Douglas Alemão comandou, de forma discreta, mas ativa, o elenco campeão dentro de campo. Para ele, a conclusão do trabalho não poderia ter sido melhor. “Foram cinco meses de muito trabalho. Para quem está fora, acha que é um prazo curto, mas é muito trabalho. Desde quando a gente chegou, tinha convicção que iria brigar pelo acesso, principal objetivo do clube. Mas, para ficar marcado, é o título, a cereja do bolo é o título. Acho que agora a gente está marcado na história da Portuguesa. Somos muito fortes aqui. O adversário sentia, a torcida empurrava para cima da equipe adversária. Ela fez muita diferença”.